Nessa quarta-feira (27) foi desvendado o mistério do desaparecimento do prefeito Ronaldo Sampaio que administrava o município de Nova Olinda, no estado do Ceará. E o final desse intrigante mistério foi trágico. Após um dia inteiro de buscas, um grupo de policiais encontrou o corpo de Ronaldo Sampaio estendido numa árvore, no meio de um matagal, localizado no limite da cidade de Crato, que fica situada na parte sul do interior do estado do Ceará.

Ronaldo foi encontrado pendurado e enforcado no matagal que fica situado na comunidade chamada de Sítio Zabelê. O desaparecimento havia ocorrido desde a manhã da quarta-feira. O mistério do sumiço do prefeito intrigou todos os munícipes e a imprensa local que acompanhavam a trajetória política de Sampaio.

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Equipes de busca, policiais civis e militares e bombeiros trabalharam intensamente durante todo o dia para tentar encontrar o prefeito.

Ronaldo abandonou seu veículo e correu para a mata onde foi encontrado morto

De acordo com o site G1, o desaparecimento de Ronaldo Sampaio aconteceu de forma estranha e misteriosa. O prefeito dirigia seu veículo acompanhado de uma secretária, quando sem avisar, parou o veículo e disse à subordinada que iria ao matagal. Após se embrenhar na mata, Ronaldo não voltou mais, tendo sido encontrado seu corpo horas depois do ocorrido.

A causa da #Morte ainda não pode ser confirmada, mas existe uma grande possibilidade de que Ronaldo tenha cometido suicídio. A Polícia Civil de Nova Olinda está responsável em investigar o caso e até o momento não apresentou uma conclusão.

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Prefeito enfrentava problemas em seu mandato

Ronaldo Sampaio estava enfrentando sérios problemas em seu mandato de prefeito. Ele já havia sido afastado por 120 dias de sua função por decisão judicial em 10 de maio. Após recorrer da decisão, ele conseguiu voltar ao cargo.

Ele respondia processo por ter contratado funcionários fantasmas, e entre esses funcionários estaria sua namorada. Além de Ronaldo, outras quatro pessoas também estavam sendo investigadas por crime de improbidade administrativa. #Violência #Casos de polícia