Movimentos separatistas da região Sul do Brasil e de São Paulo prometeram organizar, para o dia 2 de outubro de 2016, uma consulta popular que busca saber se a população local é a favor ou contra a separação do resto do pais. O mesmo plebiscito será realizado no dia 6 de março de 2017, no estado de Pernambuco. Na ocasião evento será realizado em homenagem à Revolução Pernambucana de 1817. Em tese, os movimentos separatistas se autodenominam sem partido político e defendem uma ideologia de uma sociedade mais justa e com menos impostos.

Movimentos de Pernambuco

De acordo com informações do site Paragmatismo Político, dentro do estado de Pernambuco, alguns movimentos separatistas já se articulam realizar para tal reforma.'' Precisamos de um país pequeno e onde seus governantes atuem mais próximos ao povo'', ressalta Correia Filho, coordenador de um grupo com pouco mais de 2000 mil membros.

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Movimentos separatistas do PR, SC, RS

Após a Revolução Farroupilha que durou cerca de 10 anos, até hoje muitos tradicionalistas gaúchos afirmam pertencerem à República Rio Grandense. ''Somos favoráveis a um estado reduzido. Atualmente, o #Governo federal dá de tudo para todo mundo e não se preocupa com o que deve, que é gerar emprego entre outras necessidades básicas do dia a dia”, concluiu o jornalista Celso Deucher, 50 anos, responsável pelo movimento separatista do sul, formado por simpatizantes pertencentes aos três estados da região. Ainda, de acordo com a análise de Celso Deucher, o governo federal faz com que os impostos arrecadados na região sejam redistribuído nas regiões norte e nordeste do Brasil.

Movimentos de SP

Considerado o estado mais rico do Brasil, São Paulo vive o dilema de tornar-se um pais de primeiro mundo.

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Atualmente, seu PIB é maior do que de muitos países da América Latina.  A exemplo do Sul, um dos principais argumentos utilizados pelos separatistas paulistas é referente à má distribuição tributária do país. Segundo os idealizadores do movimento, o valor gasto com tributos pagos para o governo federal poderiam triplicar a receita do estado. Sendo assim, sobrariam mais verbas para investimentos em educação, saúde, saneamento básico, segurança, obras de infraestrutura entre outros.

“Entre a população paulista nos costumamos brincar de como seria São Paulo se fosse um país. Em uma determinada ocasião, chegamos à conclusão de que a situação política no Brasil está tão pobre, a máquina está tão corroída, que não adianta mais reformar isso ou aquilo. O ideal é começar do zero”, ressalta Flávio Rebello, coordenador de um dos movimentos separatistas de São Paulo. #Curiosidades #Dentro da política