Depois que a presidente afastada Dilma Rousseff, do Partido dos Trabalhadores (PT), deixou o governo, o seu sucessor, Michel Temer, do PMDB, decidiu que tomaria medidas duras contra alguns movimentos sociais, especialmente aqueles com forte ligação à legenda de Dilma e que lutam para barrar o processo de impeachment contra ela. Temer avisou em resumo que seria o pesadelo de grupos como o Movimento Sem Terra (MST). Apesar do anúncio, o MST tenta tocar o terror, como aconteceu nesta segunda-feira, 25, quando o grupo fechou vias importantes do Centro Oeste.

De acordo com informações do 'Diário do Poder', desde cedo algumas vias amanheceram interditadas.

Publicidade
Publicidade

As principais ações do grupo acabaram causando transtornos nos motoristas que passavam pela região. As ações com barreiras foram evidenciadas em BRs como a 020 e 080. A Polícia Rodoviária Federal disse que os manifestantes queriam a presença do Tribunal de Contas da União (TCU). Não é a primeira vez que ações como essa são realizadas pelo grupo de manifestantes. Isso é o que acontece constantemente pelo grupo de militantes de Dilma. 

Em algumas situações, os manifestantes já chegaram até a ocupar prédios públicos, como aconteceu no mês passado em São Paulo, quando um suposto escritório de Michel Temer foi invadido na Avenida Paulista, principal ponto da maior cidade do país. O prédio foi desocupado após uma ação policial. 

O impedimento

Durante os últimos meses, por conta do impeachment de Dilma, protestos parecidos foram realizados em todo o país.

Publicidade

Representantes do grupo chegaram a dizer que colocariam fogo no país, cado o impedimento da petista tivesse prosseguimento. Felizmente, tirando ações pontuais, a ação do MST não foi tão felizarda (do ponto de vista do movimento). 

Discurso petista

A presidente Dilma, de certa maneira, acabou ajudando o discurso de grupos como esse, ao dizer que o processo de impeachment era um "golpe parlamentar" orquestrado pela oposição, que não teria condições de chegar  ao poder por uma via legítima.  #PT #Dilma Rousseff