O caso de homicídio, ocorrido no bairro do Estácio, no Rio de Janeiro, na noite de quinta-feira (14), ganha uma nova versão. Acreditava-se que Christiane havia sido esfaqueada duas vezes no pescoço por um assaltante, quando ela disse que não tinha dinheiro, até a polícia prender o suspeito na noite de sábado (16), após ser espancado por populares que o acusavam do #Crime. Crime esse que gerou revolta por ter sido praticado em frente à filha da vítima, de apenas sete anos de idade, no momento em que voltavam de um supermercado por volta das 20h.

O suspeito foi encaminhado à delegacia de Divisão de homicídios, responsável pela investigação do crime contra Christiane, após passar por atendimento médico depois de sofrer agressões físicas na Rua Paulo de Frontim.

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Rojelson foi reconhecido por um familiar da vítima como sendo ex-companheiro da mesma. Eles teriam começado a se relacionar há três anos atrás, mas Christiane teria terminado com ele e o mesmo não aceitou. De acordo com o delegado Fábio Cardoso, responsável pelo caso, Rojelson, que é pedreiro e vivia de fazer bicos, confessou o crime e motivação, e vai responder por homicídio triplamente qualificado. Ele continuará preso temporariamente, visto que o plantão judiciário aceitou o pedido de prisão contra o mesmo neste domingo. 

O suspeito já tinha passagem pela polícia por tentar esfaquear outra ex-companheira. Os policiais acreditam que Rojelson já tinha a intenção de matar Christiane, afinal foi ao encontro da mesma portando uma faca, e sabia muito bem a rotina da ex-namorada, que sempre ia ao supermercado à noite. 

Christiane foi socorrida pelo taxista Valdeci Silva, de 43 anos, e por sua filha de sete anos, que acompanhou tudo, e que pedia a todo momento para a mãe não deixá-la.

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Ela foi levada ao Hospital  Souza Aguiar, mas não resistiu e foi sepultada no final da tarde de sexta-feira (15), no Cemitério do Caju, na Zona Portuária. O sepultamento ocorreu sob forte emoção de amigos e familiares, revoltados com o crime bárbaro e com a falta de segurança no bairro em que moram.  #Investigação Criminal #Morte