A Polícia Federal divulgou um flagrante onde uma mulher de 24 anos tenta enganar o INSS para receber o benefício da Previdência Social. Ela fingiu que era paraplégica para tentar receber o auxílio da Previdência, mas acabou sendo desmascarada e agora vai responder pelo #Crime cometido.

Ao assistirmos ao vídeo, vemos claramente que, durante todo o tempo em que permanece na agência do INSS, ela fica somente na cadeira de rodas, sempre sendo ajudada por uma outra mulher.

Em momento algum é possível perceber que ela seja uma falsa cadeirante, mas foi só sair da agência para mostrar quem de fato ela é. A falsa cadeirante nem esperou chegar em casa para se levantar da cadeira, ali mesmo, na porta do local, ela já se levantou e foi para o veículo enquanto sua ajudante providenciava a guarda da cadeira.

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O pedido de auxílio foi solicitado por ela alegar que estava incapacitada para o trabalho. A cadeira de rodas utilizada foi alugada e, para conseguir o objeto a ser usado no crime contra a Previdência, ela precisou deixar um cheque caução no valor de R$ 1,9 mil.

Acontece que a Polícia Federal recebeu uma denúncia, resolvendo investigar o caso imediatamente e já começou a seguir a mulher para tentar descobrir o que realmente estava acontecendo. Por dois dias a PF ficou monitorando a falsa cadeirante e foram feitos vários vídeos em que ela aparece trabalhando em uma loja que pertence a sua família, só que estava sem a cadeira de rodas, de pé, andando sem nenhuma dificuldade.

Já na sala de perícias do INSS, a mulher foi filmada em uma cadeira de rodas, contando com a ajuda da amiga para se locomover.

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Na saída, havia agentes escondidos, filmando tudo e sem nenhum tipo de limitação física, a mulher levantou-se como que por um "milagre".

Ela foi presa e precisou pagar o valor de R$ 880,00 para deixar a cadeia e agora responde a um processo por "estelionato previdenciário", podendo pegar uma pena de até 5 anos de prisão.

O vídeo abaixo mostra o momento em que a mulher deixa a cadeira de rodas, já fora da agência e caminha normalmente.

#Casos de polícia #Polícia Federal