De acordo com uma reportagem publicada neste sábado, 02, pelo jornal 'Diário de Pernambuco', uma ativista ligada a movimentos favoráveis à permanência da presidente afastada Dilma Rousseff no poder alega ter sido agredida por um simpatizante do deputado federal Jair Bolsonaro, eleito pelo PSC do Rio de Janeiro. A estudante foi identificada no site como Mayra. Ela tem 27 anos e diz ser do Movimento social Levante Popular da Juventude. Além dos socos, a mulher alega ter sido xingada. 

O 'Diário de Pernambuco' traz ainda o nome do homem que é acuado de dar os socos na jovem. Ele seria Diego Oliveira da Rocha. O jornal diz que a informação foi confirmada por um movimento LGBT.

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A agressão, segundo a simpatizante de Dilma, teria ocorrido na cidade de Samambaia, no Distrito Federal. De acordo com ela, quando tudo ocorreu, ela estava em uma mesa de bar com outras amigas. 

O homem, segundo a mulher, não teria saído de perto da mesa dela e de sua colegas e começou a gritar 'Bolsonaro 2018'. A militante conta que assim que foi fumar um cigarro levou o primeiro soco, pegando no olho esquerdo. A vítima então revela que foi jogada no chão, quando recebeu outro golpe no rosto, que pegou no queixo da militante. O agressor teria fugido após supostamente ter realizado o ato. 

A militante de Dilma informou ao jornal que fez uma queixa na Deam, uma delegacia especializada no Atendimento à Mulher. Ela pode passar por exames de corpo e delito para comprovar se houve a agressão e quais sequelas ficaram em seu corpo.

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No próximo dia 06, por exemplo, a jovem irá a um médico especializado em olhos para saber se houve algum tipo de danificação ocular. “Não estou enxergando direito e nem consigo abrí-lo", disse a jovem. 

Ela ainda acusou a atitude de ter sido puramente homofóbica e um retrato do pensamento de quem apoia Bolsonaro. Nas redes sociais, quem apoia o deputado tem achado a situação muito estranha e já até falam que a jovem deveria ir buscar imagens de segurança para provar o ato contra ela. #Crime