Os jogos do Rio de Janeiro começam a ter suas primeiras competições já nesta quarta-feira, dia 03. A abertura oficial do evento que promete trazer a atenção de todo o mundo será realizada no dia 05, na sexta, no Maracanã. No entanto, antes mesmo de ser dada a largada da competição, a imprensa mundial detona o que acontece por aqui. Um dos jornais que perdeu a paciência com a organização da festa esportiva foi o americano The Whashington Post, que destacou que a celebração da cidade maravilhosa ficaria conhecida como os "jogos da sujeira". No entanto, nesse fim de semana, um dos jornais de maior credibilidade do mundo, o 'New York Times' bateu ainda mais forte, dizendo que a cidade olímpica não havia feito muito pela despoluição. 

A matéria bate pesado, a ponto de mandar os atletas da maratona aquática terem cuidado ao nadar, sugerindo que as águas do mar de Copacabana teriam fezes.

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"Nadem de boca fechada", diz um trecho da publicação do jornal americano. A maratona começa no Forte de Copacabana. O The New York Times critica ainda o fato das águas estarem bem mais sujas do que até os mais pessimistas pudessem imaginar. O medo de muitos atletas é contraírem as chamada "superbactérias", além de terem uma forte diarreia, comprometendo não só o seu desemprenho para essa competição, mas outras também que vão vir no futuro. 

A crítica se estende além da praia mais famosa do Rio e do Brasil no exterior, Copabana. O jornal fala que a qualidade do mar também é muito ruim em locais como a Baía de Guanabara, Leblon e Ipanema. "Os atletas estrangeiros vão estar literalmente nadando em excremento humano", diz outro trecho da crítica do jornal. "Os atletas correm o risco de ficar doentes com todos esses micro-organismos.

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É triste, mas também é preocupante", disse um especialista em medicina infantil entrevistado pelo The New York Times. O governo brasileiro nega que não tenha se preocupado com essa questão e alega que 41% da Baía de Guanabara foi despoluída. O número não seria suficiente.  #Rio2016