A melhor forma de sobreviver à onda de assaltos no Rio de Janeiro, principalmente agora durante os Jogos Olímpicos Rio 2016, é ter sempre um dinheiro no bolso pronto para ser entregue ao ladrão e deixá-lo feliz. Pelo menos este é o conselho que os franceses estão recebendo do governo daquele país. Todo o turista que sair da França rumo ao Brasil para assistir aos Jogos Olímpicos, recebe esta recomendação.

As recomendações do governo francês para aqueles que vierem ao Rio de Janeiro é que jamais utilizem jóias quando saírem pelas ruas e nenhum outro objeto de valor, mas é de grande importância terem sempre no bolso uma nota de 20 ou 50 reais, que deverá ser dada imediatamente ao assaltante, caso o turista francês for abordado por um na "Cidade Maravilhosa".

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O porta-voz da embaixada francesa, Thibaut Lespagnol, trabalha com a ideia de que em caso de assalto durante os Jogos Olímpicos no Rio de Janeiro, a melhor solução é nunca reagir e que é importante ter uma nota para deixar o ladrão feliz, e assim não acontecerá nada com a vítima.

A expectativa é que meio milhão de turistas de vários países estarão chegando ao Rio de Janeiro já neste início de Jogos Olímpicos. Mais de 80 mil policiais, além dos soldados, estarão nas ruas para garantir a proteção destas pessoas, mas pelo visto a fama do Brasil lá fora não é das melhores.

O problema maior é que o nível de criminalidade no Rio é muito alto, indo de batedor de carteira até os assaltos à mão armada, e estes crimes acontecem em todos os lugares. Seja na praia, no comércio, pelas ruas, nos locais próximos aos eventos esportivos, o turista não vai ter sossego.

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Mas as ameaças aos estrangeiros não param por aí, pois os turistas também terão que se preocupar com fraudes em cartões de créditos e os famosos golpes em caixas eletrônicos tão comuns aqui no Brasil, e no Rio de Janeiro será uma modalidade bastante usada nestas Olimpíadas Rio 216.

O alerta vale então, não só para os franceses, mas para todos os estrangeiros que vierem para cá e também mesmo para nós brasileiros. #Rio2016 #Violência