Um caso absurdo foi divulgado massivamente pela imprensa nesta quarta-feira, dia 6 de julho. O pastor evangélico do Rio de Janeiro, Felipe Heiderich, está sendo acusado por sua mulher e também pelo senador e pastor Magno Malta (PR-ES) de ter estuprado uma criança de apenas 5 anos de idade. O menino é fruto do relacionamento de Bianca Toledo e Renato Pimentel. No depoimento de desabafo dado por ela em sua rede social, ela lamenta profundamente o ocorrido e diz que seu casamento estava indo mal desde que descobriu que seu marido era homossexual.

De acordo com ela, que também é pastora evangélica do Ministério Aliança Mundial de Evangelização e Ensino (AME), Felipe chegou a ser levado para uma clínica psiquiátrica para ser avaliado e ele acabou assumindo para ela que era gay.

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Vale lembrar que a Organização Mundial da Saúde (OMS) não classifica homossexualidade como uma doença ou transtorno. É aceita como apenas uma condição humana, tal como a heterossexualidade.

Estupro de menor

Ainda na fala de Bianca, que é seguida por mais de 3 milhões de pessoas, o caso de estupro segue sendo investigado e, apesar de Felipe negar, ele está preso em Bangu, na Zona Oeste carioca.

"A anulação do casamento foi aceita como legítima diante das provas apresentadas ao juiz e com comprovação suficiente", fala ela.

Assista ao vídeo:

A criança não teve o nome revelado a fim de proteger sua integridade física e mental. Quem colocou a "boca no trombone" foi o senador Magno Malta, no plenário do Senado Federal. O parlamentar foi presidente da CPI da Pedofilia e se disse revoltado e indignado com o suposto #Crime.

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Ele disse que tinha em mãos o processo e o pedido de prisão do pastor, feito pelo Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, ao juiz da 17ª Vara Criminal. De acordo com o senador, o menino, filho de Bianca, foi interrogado e também todos os funcionários da dupla, que trabalhava em uma "missão" pela fé juntos.

O senador disse que Felipe tentou se matar, assumiu o crime e logo depois foi preso. #Investigação Criminal #Casos de polícia