Uma pastora evangélica foi estuprada e morta em São Paulo na última semana. Fátima Viana e o esposo, Daniel Viana, eram pastores da igreja Batista Filadélfia de Lauzane Paulista.O #Crime teria sido praticado por um vizinho da vítima, Victor Rodrigues Ramos, que acabou confessando o crime.

Detalhes do crime

Victor Rodrigues confessou ter praticado o crime. Ele contou que depois que estuprou a pastora, escondeu o corpo no jardim para dificultar a localização.

Victor foi solto recentemente e responde em liberdade pelo crime de receptação.

Prisão 

Depois de investigar o crime, o delegado Lupercio Dimove, do 23° Distrito Policial, chegou até Victor Rodrigues, que, por sua vez, confessou ter matado e estuprado a pastora.

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Depois de conduzido até a delegacia, sua prisão preventiva foi negada pela justiça, e o estuprador teve de ser liberado.

Protestos 

A soltura de Victor Rodrigues acabou gerando muita revolta na população e, sobretudo, entre os seguidores e familiares da pastora e seu esposo. Membros da igreja e amigos foram as ruas protestar pela postura da Justiça e pedir respostas. Eles querem saber o que motivou a soltura do acusado confesso.O protesto aconteceu no vão do MASP, na Avenida Paulista.

Desabafo

Quem também esteve participando do protesto foi o deputado estadual Carlos Bezerra (PSDB). O deputado levou sua família para se juntar ao protesto.O deputado se mostrou revoltado com a impunidade com que o crime foi conduzido e pediu justiça.

A imprensa, o deputado falou que não irá descansar enquanto o estuprador não estiver preso e respondendo pelo crime terrível que cometeu.

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Família e trabalho

A pastora estuprada e morta tinha 45 anos, era mãe de dois filhos e trabalhava como agente de saúde comunitária no bairro da Brasilândia, Zona Norte de São Paulo.

O Tribunal de Justiça foi procurado pela imprensa e declarou que não se pronunciaria sobre o caso, já que o crime corre em segredo de justiça. A postura do TJ acabou inflamando ainda mais a revolta da população, que clamam por justiça.  #Religião