Neste sábado, 23, um vídeo vinculado ao jornalista Paulo Henrique Amorim, que apresenta o 'Domingo Espetacular' na TV Record, chegou a ficar entre os assuntos mais comentados da Internet. A publicação voltou a repercutir depois que o juiz federal Sérgio Moro disse nesta sexta-feira, 22, que não era suspeito para julgar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no processo da Lava-Jato. A defesa do ex-líder sindical argumenta que Moro teve atitudes ilegais quando grampeou Lula, usando o fato do Supremo Tribunal Federal (STF) ter cancelado um dos áudios como objeto de prova. O áudio em questão é o que exibe Lula e a presidente afastada Dilma Rousseff conversando sobre o termo de posse no Ministério da Casa Civil.

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Eles usam a expressão 'Bessias' durante a conversa, que seria uma referência a um dos servidores do Palácio do Planalto, em Brasília.

No vídeo que voltou a repercutir, mas que teria sido gravado em março deste ano, o jornalista pede que a presidente afastada Dilma Rousseff tome alguma atitude com a Polícia Federal, que seria golpista e criminosa. Ele garante que os agentes estariam em uma organização criminosa com o juiz federal Sérgio Moro e a serviço do maior meio de comunicação do país, a Rede Globo de Televisão. O vídeo foi gravado logo depois que Lula foi chamado para depôr de forma coercitiva na Polícia Federa. 

Outro fato que motivou a volta da discussão do vídeo de Amorim são os diversos processos judiciais feitos contra ele e as informações de que ele pode ser dispensado da TV Record.

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A reclamação de Amorim foi porque Lula foi obrigado a depôr. Essa explicação também veio nesta sexta-feira, quatro meses depois do episódio. No despacho, Sérgio Moro disse que os grampos feitos contra Lula não só poderia levá-lo coercitivamente para depôr, como também seriam possíveis levar até à sua prisão preventiva. Ele ainda disse que falta seriedade na defesa do ex-presidente.

Veja abaixo a explicação de Paulo Henrique Amorim sobre porque acredita que a Polícia Federal é golpista:

#Crime #Investigação Criminal