A Polícia Federal e a Agência Brasileira de Inteligência estão à procura de um iraniano de 27 anos. Agentes da Polícia Federal e da Agência Brasileira de Inteligência (ABIN) estão desde a última quarta-feira (20), em um incansável trabalho investigativo cujo objetivo é chegar até um iraniano de 27 anos visto em aeroportos de São Paulo e do RS.

As autoridades brasileiras já alertaram os portos e aeroportos do país sobre o homem. O iraniano foi identificado como “Pouria Paykani”. De acordo com informações do Jornal Zero Hora, ele teria sido visto em um aeroporto de Guarulhos há poucos dias, onde ele estaria utilizando um computador e fazendo registros fotográficos do local.

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Depois, foi visto pela última vez no Aeroporto Internacional de Porto Alegre, Salgado Filho, que possui uma área de cerca três milhões e seis centos mil metros quadrados e está situado no bairro Anchieta. Trata-se do maior aeroporto do sul brasileiro.

Ainda em São Paulo, Paykani havia discutido com um policial ao ser abordado. Ele chegou a ser detido, mas foi liberado em seguida. O Tribunal Regional Federal da 3.ª Região foi informado do ocorrido, o que culminou com o mandado de prisão e deportação imediata.

Até o momento, as autoridades policiais do Brasil não têm confirmação de que o iraniano esteja envolvido com atividades terroristas. No entanto, devido ás rígidas medidas que estão sendo tomadas diante às preparações para as Olimpíadas, a Polícia busca solucionar o caso.

Em uma recente coletiva de imprensa concedida a jornalistas brasileiros e estrangeiros, a Agência Brasileira de Segurança (ABIN), apresentou as estatísticas sobre as avaliações de Riscos voltados à Segurança dos Jogos Rio 2016.

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O diretor-geral da agência, Wilson Roberto Trezza, concedeu as informações. De acordo com Trezza, a ABIN difundiu o último documento da lista na última semana.

Nas análises, foram identificadas possíveis ameaças a locais onde deverão ocorrer as competições e instalações ligadas ao dia a dia dos jogos: estádios, ginásios, hotéis, aeroportos, rodovias, centros  de treinamentos, Vila dos Atletas, entre outros.

Wilson Trezza disse que com base nas avaliações de risco, são feitos os planejamentos das ações de defesa e segurança para as Olimpíadas.

#Terrorismo #Investigação Criminal