Nesta quinta-feira, dia 21, aconteceu a operação Hashtag, que objetivava prender 10 suspeitos de planejar ataques durante as Olimpíadas. A operação foi realizada em sigilo pelo Departamento anti #Terrorismo da PF, e o grupo alvo das investigações até o momento foi considerado a maior ameaça aos Jogos Olímpicos.

Os agentes da #Polícia Federal classificaram o grupo como pequena célula do Estado Islâmico que se auto denominava "Defensores da Sharia", o grupo foi monitorado por meses com autorização judicial, principalmente nas redes sociais e nos aplicativos de troca de mensagem. Segundo os agentes, os terroristas estavam seguindo o mesmo roteiro dos ataques de Orlando, os integrantes haviam sido recrutados pela internet e até o momento não se conheciam, mas comemoraram por mensagens os ataques realizados até então.

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Também foi informado que o grupo recebia instruções diretamente do Estado Islâmico.

Jogos Olímpicos e o plano por trás dos diálogos

Por meio do monitoramento, a Polícia Federal constatou que o grupo ainda estava em estágio embrionário, porém nos diálogos foi possível ver negociações entre integrantes e traficantes de armas, no qual um dos jovens planejava adquirir um fuzil  AK-47 vindo do Paraguai, alguns dos jovens já possuem passagem pela justiça por homicídio e outros crimes, porém, sem motivos ligados à religião.

Em alguns diálogos, os jovens informaram ao Estado Islâmico do Iraque e do Levante que o Brasil, apesar de não participar diretamente da coalização internacional, abriga refugiados sírios das zonas de guerra, e receberá grande número de estrangeiros dos países que compõem a coalizão, também foi constatado que os terroristas já planejavam alvos de impacto, como o Cristo Redentor, pelo seu valor simbólico.

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Com a soma dessas informações, o Departamento da Polícia Federal decidiu agir e prender os suspeitos preventivamente com autorização da justiça, todos os nomes e paradeiros dos envolvidos por enquanto estão em sigilo para não prejudicar as diligências.

Terrorismo em ascensão no Brasil

Com a operação Hashtag, o Departamento da Polícia Federal descobriu o que se pode chamar de uma verdadeira ascensão do radicalismo islâmico no país, diferente dos chamados "lobos solitários", foi descoberta uma estrutura que começava a fincar seus alicerces, segundo os investigadores, trata-se do maior perigo que o país já passou, pois o perfil dos jovens é o mesmo já observado em outros casos, jovens recém convertidos ao islã que se frustraram com o pacifismo das mesquitas brasileiras e resolvem buscar o radicalismo na internet. #Ataque Terrorista