Ratinho, vulgo do apresentador Carlos Massa, que é conhecido pelo seu trabalho no SBT, negou que tenha colocado brasileiros e brasileiras para trabalhar em uma de suas fazendas. Em um comunicado enviado pelos advogados do contratado da emissora de Silvio Santos, o comunicador alega que irá recorrer da decisão e surpreendeu a todos, já que o Tribunal Superior do Trabalho (TST) de Minas Gerais dizia ter certeza de que existem provas cabais contra Ratinho. Ele é um dos maiores produtores de cana de Minas Gerais e abastece a indústria do açúcar na região, sendo o maior produtor do ramo no estado. 

A assessoria do comunicador ainda nega os boatos de que ele estaria tentando se esconder depois da revelação da condenação feita ao TST, que indica que Carlos Massa teria colocado funcionários em situações análogas à da escravidão.

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Segundo o staff do comunicador, seu sumiço não tem qualquer relação com o processo, mas sim com o fato dele ter perdido a voz. Antes da condenação ser anunciada, Ratinho já havia informado através de sua equipe, que não faria seu programa no SBT por problemas na voz.

Segundo uma fonte da Blasting News, assim que voltar ao programa, o que já pode acontecer nesta quinta-feira, 14, o apresentador fará um pronunciamento sobre o caso e explicar a versão sobre os fatos. Ratinho tem sido bombardeado nas redes sociais por conta da condenação. O Tribunal Superior do Trabalho quer que ele pague uma multa de R$ 200 mil por supostamente obrigar funcionários a trabalharem em condições ruins, comendo até mesmo no banheiro ou na lavoura.

Outra denúncia investigada pelo tribunal dá conta que a fazenda de Ratinho recrutou funcionários no Nordeste brasileiro, em estados como Maranhão e Bahia.

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Esses trabalhadores não estariam com seus direitos em dia. Os advogados do comunicador, que é também dono de uma rede de comunicação no Paraná, a Rede Massa, negam que isso seja verdade. A ideia agora é provar que Carlos Massa dá todas as condições de trabalho possíveis para sua equipe da fazenda.  #Crime #Investigação Criminal