Nesta quinta-feira, 21, aconteceu a Operação Hashtag. Ela prendeu pela primeira vez brasileiros aqui no Brasil que são suspeitos de planejarem ataques terroristas. Os atentados possivelmente seriam realizados durante os jogos olímpicos do Rio de Janeiro. O Ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, deu uma coletiva sobre o assunto. Ele explicou que 14 pessoas foram alvo da operação. Dessas, doze tiveram mandado de prisão e dez foram presas. Durante a coletiva, Alexandre se negou a dizer o nome dos suspeitos. No entanto, na noite desta quinta, o site da Revista Veja publicou a lista com os nomes dos envolvidos. Veja abaixo:

Listagem de supostos terroristas que poderiam matar na Olimpíada

Leonid El Kadre de Melo, Vitor Barbosa Magalhães, Daniel Freitas Baltazar,  Marco Mario Duarte, Israel Pedra Mesquita,   Alisson Luan de Oliveira, Valdir Pereira da Rocha,  Oziris Moris Lundi dos Santos Azevedo, Mohamad Mounir Zakaria, Matheus Barbosa e Silva, Levi Ribeiro Fernandes de Jesus, Leandro França de Oliveira, Hortencio Yoshitake e Antonio Andrade dos Santos Junior.

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De todos os envolvidos nessa lista, dois nomes apenas foram conduzidos para depôr na Polícia Federal. Outros dois são considerados foragidos da Justiça. 

Batismo do terror

Apesar da lista ter quatorze nomes, a Veja garante que pelo menos trinta e dois brasileiros teriam feito juras de fidelidade ao maior grupo terrorista do planeta na atualidade, o Estado Islâmico. A foto da capa dessa reportagem mostra dois dos investigados pela Operação Hashtag. Vitor, que aparece como o último a direita, e Antônio, que aparece como o primeiro à esquerda, teriam até recebido o batismo do Estado Islâmico. De acordo com Alexandre de Moraes, apesar de terem feito juramento, nenhum dos suspeitos teria tido um encontro físico com terroristas.

Comunicação, luta e armas

Alexandre disse que toda a comunicação do grupo acontecia por meio de um aplicativo de telefone, o Telegram.

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A prisão foi motivada porque integrantes do grupo começaram a se mobilizar para a compra de armas e treinamento de artes marciais. Apesar da ameaça, o Ministro da Justiça garantiu que o grupo ainda era muito iniciante, mas que foi preso baseado na nova lei antiterrorismo.  #Terrorismo #Rio2016 #Ataque Terrorista