Na madrugada desta quarta-feira, 06, a TV Bandeirantes exibiu o programa 'Bate e Volta'. A atração recebeu a apresentadora e cantora evangélica Mara Maravilha. Durante a atração, a ex-'A Fazenda' passeia de carro com MC Catra. Os dois dissertam sobre o tema homossexualidade e foram acusados de preconceito. Nas redes sociais e em grupos voltados ao público gay, a dupla tem sido taxada de homofóbica. Em determinado momento, Mara Maravilha disse que a pessoa escolhe ser homossexual porque quer, negando a possibilidade do ser humano nascer ou não atraído pelo mesmo sexo. 

Catra discordou nesse sentido e lembrou que existem muitos animais que transam com outros animais do mesmo sexo.

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No entanto, ele alegou que apesar de respeitar os homossexuais, ele não gosta de "viadagem". Mara Maravilha então pediu que seu parceiro de carro explicasse o porquê. Ele então disse que existem homossexuais que são tão "frescos" que não aceitam realizar relação sexual anal por terem medo de que vá doer. O funkeiro é conhecido por falar bastante sobre sexualidade e por ter muitos filhos com várias mulheres.

O MC ainda diz que os homossexuais teriam uma espécie de terceiro sexo e que não cabia a eles entenderem isso. Mara então diz que não tem nada com a intimidade de ninguém, mas que essas pessoas precisam mostram o seu afeto em casa e não na rua, argumentando que ninguém era obrigado a ver dois homens se beijando. Não é a primeira vez que Maravilha é taxada de homofóbica. 

Sobre isso, Catra contou que a maioria dos homofóbicos, em sua opinião, eram gays que não tinham coragem de sair do armário.

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Mara então lembrou que já foi acusada disso, mas que não liga. 

Não é a primeira vez que um programa de televisão é acusado de destilar homofobia. A filha do apresentador Silvio Santos, Patrícia Abravanel, disse recentemente que a relação entre duas mulheres lésbicas não deveria ter graças por não ter a presença do pênis. Ela foi tão criticada que precisou pedir desculpas e sumiu do programa do pai durante algumas semanas.  #Crime