Durante o fim de semana o Ministério das Relações Exteriores trabalhou intensamente em ações anti-terror, especialmente para identificar os brasileiros que pudessem ter sido vítimas no atentado de Nice, na França. No domingo, 17, a morte de uma brasileira foi confirmada. Exames de DNA confirmaram que a jovem morta em um atropelamento que ´pode ser de autoria do Estado Islâmico é mesmo uma carioca. O Presidente em exercício Michel Temer, do PMDB, solicitou ainda no sábado, 16, que todo o apoio fosse dado às vítimas. Além disso, o Ministério da defesa foi alertado a tomar atitudes ainda mais fortes, reforçando a segurança dos jogos olímpicos, que começam no mês que vem, no Rio de Janeiro. 

Enquanto Serra dava ordens sobre o que fazer nesse momento tão difícil, ele também passava por problemas pessoais.

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Nos bastidores, comentou-se que o tucano chegou a ser internado de forma misteriosa no Hospital Sírio Libanês. Nesta segunda-feira, 18, a coluna da jornalista Monica Bergamo, da 'Folha de São Paulo', ajudou a desmistificar inúmeros boatos que acabaram surgindo com o episódio. Fontes teriam informado à ela que José Serra realmente foi internado no hospital referência de São Paulo, mas para fazer um tratamento contra fortes dores na coluna. Ele teria sido submetido a um tratamento envolvendo ondas de radiofrequência. 

Para passar pelo procedimento, o tucano cancelou a agenda e não respondeu a mais ninguém. Tudo isso foi explicado porque ele teria levado uma anestesia geral. Os efeitos do sedativo fizeram com que ele tivesse que optar a descansar, retornando aos trabalhos ainda mais forte. O problema na coluna cervical de José Serra, no entanto, pode ser mais sério.

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De acordo com a coluna de Monica Bergamo, ele já teria até recebido a recomendação de passar por uma cirurgia, mas tem evitado o ato considerado bem mais radical. 

Uma pesquisa publicada recentemente pelo INSS mostra que o maior número de afastamentos do ambiente de trabalho é justamente por conta de fortes dores na coluna.  #Governo #PSDB