Um homem acusado de tentar explodir o aeroporto de Brasília foi preso na manhã deste domingo, 10. As informações são do 'Correio Braziliense'. O homem foi preso acusado de #Terrorismo e moraria na região de São Sebastião. De acordo com a publicação do site local, o homem seria paquistanês e foi denunciado pela própria esposa. Segundo a mulher, que não teve até o momento o nome identificado,  seu marido guardava explosivos e tinha como objetivo explodir o Aeroporto Internacional de Brasília, muito frequentado por deputados, Senadores e seus assessores. 

A mulher apresentou documentos à Polícia mostrando que ele é do Paquistão, mas segundo ela, na verdade, ele seria argelino.

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O homem tinha passagens compradas para voltar ao Paquistão. A viagem de volta à terra natal seria realizada nesta segunda-feira, 11, quando possivelmente seria realizada a ação. O homem foi encaminhado para a sede da Polícia Federal. 

Ameaça contra Políticos

Por se tratar da possibilidade de existirem explosivos no local onde o homem mora, um grupo especial em desarmamento de bombas foi chamado. Pelo menos dez carros da Polícia Federal ficaram parados durante bastante tempo em frente à casa do suspeito. De acordo com o 'Correio Braziliense', nenhum explosivo foi encontrado no local. Não está afastada a hipótese da mulher ter mentido, tentando evitar que seu marido viajasse. Segundo moradores da região, com quem o jornal de Brasília conversou, os agentes da Polícia Federal ficaram por pelo menos duas horas no local.

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Tudo para evitar que nenhum canto sofre dispensado.  

Com a palavra a PM

O setor de comunicação da Polícia Militar confirmou a denúncia feita pela mulher. Ela teria chegado ao quartel da região no fim da manhã. A nota ainda confirma a suposta intenção do paquistanês/argelino em realizar um atentado terrorista no aeroporto que recebe políticos de todo o país. A mulher, de acordo com o comunicado, confirmou que o homem teria outra família, mas que para se casar com ela falsificou um atestado de óbito da então esposa em outro país, que também seria paquistanesa. A Polícia confirmou ainda que nada foi encontrado.