Uma reviravolta no caso da saída de Suzane Von Richthofen chocou os brasileiros na última quarta-feira, dia 6 de julho. A prisioneira acusada de matar os pais foi absolvida pela Justiça, após ter mentido durante sua saída temporária do presídio no Dia das Mães. Ela deu o endereço errado do local onde ficaria e acabou sendo descoberta. Caso a Justiça quisesse, Suzane poderia ter respondido a um processo por má conduta e até sua pena poderia ser aumentada. A detenta poderia também ter perdido o benefício das saídas temporárias. Porém, não foi isso que aconteceu.

De acordo com o "G1", Suzane teve sorte e o Ministério Público decidiu recorrer de sua decisão.

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Sueli Zeraike, juíza da Vara de Execuções Criminais de Taubaté, considerou que a presa não agiu de má fé e poderia ser perdoada. A defesa de Suzane usou esse argumento perante a Justiça, e foi bem aceito. A presidiária ganhará também uma nova saída no próximo mês, no Dia dos Pais.

Dessa forma, a detenta continuará com sua pena normal de regime semiaberto, o que proporciona a ela algumas "regalias", como a saída temporária.

No momento, Suzane "mora" na Penitenciária Santa Maria Eufrásia Pelletier, localizada na cidade de Tremembé, estado de São Paulo. Ela está presa desde 2006, quando foi condenada por matar os pais. O #Crime aconteceu quatro anos antes, em 2002. O caso ganhou repercussão em todo o país e chocou muitas pessoas, pois a culpa de Suzane só veio à tona após a mídia acompanhar o enterro, onde ela chorou bastante.

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O parecer do Ministério Público, após o suposto erro da detenta, foi um pedido para que ela ficasse em regime fechado, sem a "regalia" de sair em datas comemorativas. Ela não perderia a oportunidade de cursar uma graduação dentro da penitenciária, como havia pedido anteriormente.

Endereço errado

O suposto erro de Suzane veio à tona após uma reportagem da equipe do "Fantástico", que a flagrou em um endereço diferente do que foi informado à Justiça. Suzane ficou em uma casa da zona rural de Angatuba, São Paulo, propriedade da família de uma de suas colegas de presídio.

O caso, porém, é que o endereço do catálogo desta colega estava desatualizado e a Secretaria de Administração Penitenciária (SAP) estranhou o ocorrido. #Investigação Criminal #Casos de polícia