O presidente em exercício Michel Temer está desconfiado. O peemedebista está a agir para não ser surpreendido com notícias ruins. De acordo com o site 'Diário do Poder' em reportagem publicada nesta sexta-feira, 15, o provável sucessor da presidente afastada Dilma Rousseff mandou realizar uma revisão em todos os documentos recentes assinados pela representante do Partido dos Trabalhadores (PT). Atos que podem comprometer o governo de Michel, que mal começou. Com dois meses no poder, o marido de Marcela quer "catar piolho" no governo federal. Ele quer mexer em tudo o que envolve principalmente o orçamento, especialmente em momentos de crise econômica e política.

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Nomeações esquisitas e contratos vão entrar nesse bolo a ser periciado com todo o rigor possível. 

Isso porque desde que assumiu o governo, em maio, o peemedebista tem de seus assessores próximos a permanente avaliação sobre a ocupação do governo federal a aliados do Partido dos Trabalhadores, que permaneceram no governo por 14 anos. De acordo com o 'Diário do Poder', a intenção de mudança profunda, no entanto, deve acontecer apenas depois que a presidente Dilma deixar de ser presidente. Para isso, ela precisa terminar sua jornada no processo de impeachment. A votação sobre o impedimento definitivo da petista acontecerá (previsto) no final de agosto. Para que haja a deposição são necessários pelo menos 54 votos dos congressistas. 

O presidente #Michel Temer não teria dúvidas de que a petista será deposta, mas nem por isso, passa o carro na frente dos bois.

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Ele tem tentado manter o respeito com sua ex-aliada e evitar como diz o ditado, cair do cavalo. O esposo da bela Marcela acredita que depois da deposição as coisas ficarão mais fáceis em poucos dias. Lembrando que atualmente o governo já não tem enfrentado grandes dificuldades para dar longos passos, principalmente na economia. 

No entanto, aliados do presidente reclamam que não tem cargo para ninguém ou para poucos. A articulação da Casa Civil deve priorizar acabar com o famoso "central", que tinha aliados de Cunha, e rearrumar a casa.  #Dilma Rousseff