De acordo com a coluna Painel do jornal 'Folha de São Paulo' em reportagem publicada neste domingo, 03, o presidente em exercício Michel Temer, do PMDB, decidiu fazer uma verdadeira devassa nos presentes recebidos durante as gestões de Luiz Inácio #Lula da Silva e de Dilma Rousseff. Isso porque eles levaram itens valiosos. Uma reportagem publicada em março deste ano aqui na Blasting News enumerava alguns desses itens, como artes caríssimas e até uma coroa de ouro, costumeiramente usada por reis. 

Segundo a coluna Painel, já existe, inclusive, uma equipe trabalhando com auditores dentro do Palácio do Planalto e no próprio gabinete da presidência para catalogar tudo aquilo que foi dado como presente durante os governos do Partido dos Trabalhadores (PT).

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Os itens ofertados começam no ano de 2002. Quem mais teria recebido "bibelôs" foi Lula, muito bem visto pela comunidade internacional e que ficou conhecido por passar boa parte de seu governo viajando para os mais diversos países. 

Curiosamente, em 2002, Lula aprovou um decreto que permitia o recebimento de presentes. Mas Temer agora quer ver se não houve qualquer fraude e se é necessário uma investigação. Para isso, o peemedebista já entrou em contato com alguns órgãos do próprio governo. Um dos que já teria se pronunciado e´a chamada Diretoria de Documentação Histórica do Palácio do Planalto. A entidade disse que nada viu, mas que já informou aos seus auditores, em documento oficial, que tudo o que ali foi recebido foi levado. “Os registros do acervo privado dos ex-presidentes, bem como da presidente afastada, seguiram com os titulares”, diz um trecho do texto publicado pela 'Folha de São Paulo'. 

Agora auditores podem bater na porta da casa provisória de Dilma, o Palácio do Alvorada.

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O objetivo é fazer um inventário para saber tudo o que ela levou. o relatório em que defende o amplo acesso do Tribunal de Contas da União (TCU) aos presentes. Quem também quer saber o que houve é a Casa Civil, que diz que não é porque foram presidentes e que os presentes sejam pessoais, que Lula e Dilma passariam longe do controle dos auditores.  #Crime