Nesta semana, um vídeo publicado nas redes sociais causou enorme revolta. De acordo com a revista Veja em matéria publicada nesta quarta-feira, 20, o vídeo teria sido gravado na Síria. Ele mostra o que seriam rebeldes decapitando um garoto na cidade de Aleppo. O Estado Islâmico chegou a negar que tivesse qualquer relação com o corte da cabeça da criança. Políticos da região também ficaram bravos e mostraram total indignação com a atitude dos homens gravados nas imagens. O país recebe o vídeo em um momento que boa parte do país está destruído por conta das guerras de terror, especialmente por conta do Estado Islâmico. 

País marcado por guerras

A Veja diz que a atitude foi realizada por homens que disseram que o menino seria um criminoso pertencente a um grupo rival, combatendo o regime de Bashar Assad.

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O problema é que o menino tem apenas dez anos de idade. Os crime teria sido cometido na cidade de Aleppo.  Segundo a reportagem, toda a ação foi realizada no meio da rua. A cidade ainda é uma das mais populosas, sendo a segunda maior da Síria. O país é dividido entre bairros, que são controlados, cada um deles, por um grupo de rebelde. Muitas vezes esses grupos entram em confronto e o pior acontece para a população.

Por conta da guerra civil somada aos ataques terroristas, os sírios tentam refúgio na Europa. Apesar da negativa de terroristas teriam participado da açã, a revista Veja diz que o jovem decapitado sofreu o crime da decapitação por meio dos Nuredin Zinki, um grupo radical que teria alguma vinculação com o Estado Islâmico. O vídeo teria sido gravado na traseira de um caminhão. 

 

Revolta até mesmo no Brasil

O vídeo também se espalhou nas redes sociais brasileiras.

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Mutias pessoas temem que atitudes semelhantes possam acontecer aqui no Brasil, especialmente porque será realizado a partir do mês que vem os jogos olímpicos. O governo brasileiro diz que a chance de um ataque por aqui é quase zero e que os bandidos do Rio de Janeiro causam mais preocupação do que os próprios terroristas.  #Rio2016 #É Manchete!