Uma criança de apenas cinco anos de idade foi assassinada pela própria mãe, com requintes de crueldade. A barbárie aconteceu na cidade de Campina Grande, agreste do estado da Paraíba. A Polícia Militar informou que a mulher, de 39 anos de idade, teria tido um suposto surto psíquico ao cometer o crime.

Além de degolá-lo, a “mãe”, ainda decepou o órgão genital do menino. Agentes do Centro Integrado de Operações Policiais em Campina Grande (Ciop) informaram que, no momento do homicídio, mãe e filho se encontravam na residência onde moravam, que fica localizada na Rua Teixeira de Freitas, no bairro São José.

Segundo o coordenador do Ciop, capitão Faustino, a Polícia Militar foi acionada por vizinhos que escutaram os gritos da criança.

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Ao chegar ao local, os policiais prenderam a acusada em flagrante. No momento da prisão, a mulher ainda estava portando a arma branca utilizada para cometer o crime, uma faca do tipo peixeira.

Na tentativa de salvar a vida do garoto, moradores ainda chegaram a acionar Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), de Campina Grande, mas quando os socorristas chegaram ao local, se depararam com a criança já sem vida. A maior parte das perfurações desferidas foi no pescoço.

Após ser presa em flagrante, a mulher foi encaminhada para a Delegacia de Polícia Civil, e ouvida, em seguida, encaminhada para uma unidade prisional onde deverá permanecer à disposição da Justiça.

O caso está sendo investigado pelo delegado de homicídios Antônio Lopes.

Violência contra crianças

Estudos indicam que atos de #Violência contra as crianças são praticados de forma obducta diariamente, e em alguns casos, existe a concordância da sociedade.

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Tais práticas podem ocorrer fisicamente ou psicologicamente, sendo de maus tratos à discriminação, e até mesmo por negligência.

A sociedade pode impedir que os maus tratos sejam amenizados. No Brasil, qualquer cidadão que flagrar a prática, pode denunciá-la para autoridade policial, discando 190, sem que haja a necessidade de identificação, ou em casos que ocorrem no cotidiano, a informação pode ser repassada ao Conselho Tutelar local, também de forma anônima. #Nordeste #Casos de polícia