Notícias que parecem tristes podem ter incríveis reviravoltas. É o que aconteceu com a morte de um dos mais renomados atletas da Alemanha. Stefan Henze ganhou no passado uma medalha de prata em Atenas, na Grécia, durante a Olimpíada de 2004.  Doze anos depois, ele trabalhava como técnico do esporte que o fez virar medalhista, a canoagem. O ex-atleta estava a ajudar o seu time no Rio de Janeiro, quando sofreu um grave acidente de carro e morrei. O coração de Stefan agora continua a bater e no peito de uma mulher brasileira. O nome desta não foi revelado. 

De acordo com informações do jornal Extra, o procedimento cirúrgico de transplante durou cinco horas.

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A mulher sem nome identificado estava há um ano lutando pela vida, esperando na fila de transplantes. Depois de uma operação bem sucedida, quem recebe um coração novo costuma ter uma sobrevida de em média dez anos, o que é mais do que especial para muitas pessoas. O transplante foi realizado em um hospital especializado em cardiologia. Curiosamente, o procedimento foi realizado perto do local em que o alemão sofreu o acidente que levaria sua vida. A morte do ex-atleta teve grande comoção na Europa. 

O diretor do Instituo Nacional do Coração, Andrey Monteiro, disse ao Extra que a paciente está passando muito bem e que o importante agora são os próximos três dias, para ver como o órgão vital irá funcional. O acidente que levaria a vida do alemão ocorreu no dia 12, na Barra da Tijuca. Ele pegou um táxi para voltar à Vila Olímpica.

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Acompanhado de outro integrante da federação de canoagem, Stefan foi o mais atingido do acidente. O outro responsável pelos atletas da Alemanha, Christian Käding, passa bem, tendo apenas ferimentos leves. 

O táxi acabou batendo em um poste próximo à Vila dos Atletas. Não há informação de quem seria o taxista. O que se sabe é que ele não teria entrado nas unidades de #Saúde do municípios. Henze com a pancada da batida acabou tendo um traumatismo craniano. A morte do treinador deixou os atletas muito tristes e eles fizeram uma homenagem nas redes sociais.  #Crime