Foi preso um casal acusado de matar um bebê de apenas um ano e dez meses, o pequeno Miguel da Silva dos Santos. Eles foram presos na madrugada desta terça-feira, em Nilópolis na Baixada Fluminense no Rio de Janeiro. Segundo a polícia, Thamires da Silva Ferreira, de 18 anos, mãe do garoto, e Gabriel da Silva Pereira, também de 18 anos, confessaram o #Crime em depoimento na delegacia. Eles foram apreendidos por policiais da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF), dirigidos pelo delegado Willians Batista de Souza. Os suspeitos, responderam pelo crime de homicídio qualificado.

Segundo a policia o casal queria ir à casa de uma tia de Gabriel, namorado de Thamires e não queriam levar a criança, decidiram então abandonar a criança.

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Levaram o garoto para um local descampado, conhecido como monte na Estrada Via Light, localizado no bairro Cabuís, em Nilópolis. Ao chegarem lá, ela teve “remorso” em deixar a criança abandonada consciente, e resolveu desacordá-la. Eles conseguiram, mas o menino voltou a acordar e o casal foi perdendo a paciência, agrediram de forma covarde e cruel o bebê.  

Thamires não só concordou que Gabriel matasse o menino, como foi ela que tentou primeiro asfixiar o garoto, e ele concluiu o assassinado do garoto.

Segundo laudo, o corpinho do pequeno Miguel mostrava sinais de espancamento, ainda com ele em vida.

Após o crime eles foram encontrados por parentes, na Pavuna, Zona Norte do Rio. Sobre pressão dos familiares eles disseram onde estava a criança. A família se dirigiu ao local, e, ao encontrarem o garoto, acionaram a polícia.

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Eles socorreram o bebê, levaram até uma unidade de saúde, mas ele já estava morto. Segundo o médico plantonista, já havia morrido por algumas horas antes.

A família revela o comportamento da mãe da criança

Segundo investigação da policia, Thamires já havia agredido o menino outras vezes.

Segundo familiares, ela já demonstrava interesse em se livrar do garoto, e de tirar a vida dele. Ela já teria dito que não queria ficar com ele, e que o próprio pai do menino não teria condições de criá-lo, afirmou o delegado Leandro Costa, da DHBF. #Casos de polícia