Uma hora depois de  ter ingerido o achocolatado Itambezinho, da marca Itambé, uma criança de 2 anos de idade foi parar no hospital com parada cardiorrespiratória e faleceu. O caso aconteceu na cidade de Cuiabá, no estado de Mato Grosso, na quinta-feira dia 25 de agosto, e a Polícia Civil, junto com a Vigilância Sanitária e outros órgãos responsáveis, estão investigando a causa da #Morte do menino. Segundo a mãe, ele começou a passar mal e logo desmaiou, após tomar uma caixinha do achocolatado. Ela levou seu filho para o hospital, mas os médicos não conseguiram salvar a criança, que morreu uma hora depois. 

Depois desse caso, um jovem de 17 anos, parente do menino que morreu,  também deu entrada no hospital, alegando que estava passando mal, depois de ter tomado o mesmo tipo de achocolatado.  Isso foi suficiente para que a Vigilância Sanitária do estado interditasse um lote da bebida ingerida pelas crianças, da famosa marca Itambé, para que o caso fosse investigado e também como medida de interdição cautelar.

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Após a interdição do lote, a polícia recolheu 5 caixinhas da bebida consumida pelo garoto e pelo jovem, para posteriores testes que comprovarão se aquelas caixinhas tinham ou não alguma substância que tornasse o achocolatado contaminado ou impróprio para consumo.  As causas da morte da criança de 2 anos também estão sendo investigadas pelo órgão responsável por estes assuntos.

Boatos se espalharam na internet

Depois dessa notícia da morte do garoto após o consumo do achocolatado, várias notícias relacionadas estão se espalhando pela internet, de forma muito rápida, principalmente no estado de Mato Grosso, onde o caso ocorreu. Porém, existem várias notícias e especulações que são boatos, e estão assustando várias pessoas. Como as que dizem que  estão vendendo “achocolato envenenado” e outros textos também que estão  sendo compartilhados pelo WhatsApp, onde falam para que as pessoas suspendam imediatamente o consumo de “Toddynho”, “Nescau” e até mesmo “Yakult”, para não correr riscos, o que é mentira, além dessas outras marcas não estarem relacionadas com o caso.

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#Viral #Casos de polícia