Em uma ação de combate ao #Crime organizado, a Força de Segurança consegue interceptar mais um áudio. Desta vez, de uma detenta que participa do crime organizado, onde ela passa as coordenadas de como deve ser ação conjunta dentro e fora da cadeia.

A detenta, que provavelmente encontra-se presa no presídio Francisco de Oliveira Conde, cobra atitudes coordenadas e enérgicas da facção a qual ela pertence. Ela também faz queixa ao comportamento dos comparsas que estão em liberdade de estarem atacando e matando os policiais, pois isso poderia afetar a eles que estão encarcerados e à mercê dos policiais.

A presidiária afirma não querer passar pelo que passaram os presos do Carandiru, pois, à medida que caem os deles, os policias iriam se revoltar e sobraria para eles que estão reclusos.

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Pela gravação do áudio é possível identificar, com clareza, o plano detalhado dela. A detenta chama-os no eixo para colarem com as decisões e ficarem ligados nos acontecimentos internos do presídio.

Ela afirma pertencer ao comando vermelho e chama “os manos” a vestirem de verdade a camisa da facção.

Ela afirma também que eles dentro da cadeia não temem uma possível transferência, pois, aonde chegarem, lá farão suas casas, ainda fala que a pena é longa, mas não perpetua.

Em seu plano inicial, ela fala numa possível rebelião nos presídio, fazendo como reféns  agentes penitenciários e policiais, evitam assim uma ação mais enérgica por parte dos policiais, já que estariam com reféns "gente deles". Ela detalha para que se agarre pela grade as supostas vítimas. E diz querer que tenha repercussão na mídia.

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E que os pedidos deles sejam atendidos.

Ela afirma que se a “família” estiver organizada e junto dá certo. E propõe uma ação conjunta e pede para que além deles vestirem a camisa que ficassem “ligados”. A tentativa de fazer refém dentro da cadeia é para evitar uma ação enérgica com uso da força e gás dos policiais contra eles lá dentro, caso desse errado, poderiam começar a ação externa onde os reféns seriam as famílias dos policiais. Ela fala sem medo algum que, por serem do comando vermelho, estariam espalhados por diversos lugares. Para onde fossem transferidos estariam em casa novamente.

Essa falta de controle das cadeias públicas ainda na entrada de aparelhos celulares favorece muito para que estes criminosos consigam se organizar, articular e dar o comando mesmo estando encarcerados. Eles agem como se estivem confortáveis com a situação, pois ainda conseguem manter total controle em suas facções. Continuam sendo os “cabeças”, e ditando as normas para os que estão lá fora. #Casos de polícia