Um #Crime impensável e terrível aconteceu no interior paulista. Uma mulher de 20 anos, #Grávida de sete meses, foi capaz de esfaquear a barriga várias vezes, com a intenção de matar o bebê que ela estava gerando.

De acordo com o portal de notícias G1, o crime aconteceu na cidade de Ibirá, localizada no interior do estado de São Paulo, na manhã desta segunda-feira (8). Saibam mais aqui.

Grávida dá facadas em barriga para matar o feto

A Polícia Militar informou que a jovem desferiu várias facadas na barriga, os motivos que a levaram a cometer esta atrocidade ainda são desconhecidos. A mulher identificada como D.S.S., foi levada para o Hospital Santa Casa de Ibirá, onde recebeu os primeiros socorros, porém diante da gravidade dos ferimentos ela precisou ser transferida para o Hospital de Base de São José do Rio Preto, que fica a aproximadamente 42 distância de Ibirá.

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A equipe médica do Hospital de Base, acionou a Polícia Militar. Segundo o boletim de ocorrência, a mulher chegou ao pronto-socorro do Hospital de Base, gravemente ferida, com perfurações na barriga. A equipe obstetrícia, responsável pelo atendimento da jovem, constatou a morte do feto.

Segundo as informações do HB, a mulher está internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), sem previsão de alta. O estado dela é estável e inspira cuidados.

Investigação criminal

A polícia vai abrir um inquérito para dar continuidade as investigações. No boletim de ocorrência ficou caracterizado e registrado como aborto intencional, provocado pela gestante. A casa onde a grávida cometeu o crime continua fechada e ninguém foi encontrado para comentar o assunto.

O aborto é considerado crime no Brasil

De acordo com o Código Penal Brasileiro o aborto é considerado crime contra a vida humana e está em vigor desde de 1984.

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O crime de aborto tem pena prevista de até três anos de prisão para a gestante que provocar ou consentir que um terceiro provoque a morte do feto.

Embora tenha crescido o movimento pró-aborto no Brasil, a maioria da população brasileira ainda se mantém contra esta prática. #Investigação Criminal