Para plantar uma "hortinha" em seu quintal, um homem resolveu desenterrar sua ex-mulher e jogar a ossada no meio da rua. Ele matou sua companheira há quase um ano, a enterrou no quintal e vivia tranquilamente, até que percebeu que os ossos estavam atrapalhando o plantio de umas "coisinhas" no local.

Segundo o portal de notícias do jornal o Tempo, o #Crime aconteceu na cidade de Uberaba, localizada no Triângulo Mineiro. Saibam mais aqui.

Está na cadeia o homem que jogou a ossada da ex na rua

Terminou nesta terça-feira (2), o mistério que envolvia a ossada encontrada em uma rua no centro da cidade de Uberaba, MG. A ossada foi encontrada na última quinta-feira (28) e desde então a Polícia investigava o caso.

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Na terça-feira a Polícia Civil apresentou o homem, de 34 anos que confessou ter matado sua ex-companheira, Michelle Poliana da Silva Alves, de 24 anos, que foi dada como desaparecida desde outubro de 2015.

O assassinato aconteceu em novembro do ano passado, mas só foi descoberto agora depois que a ossada foi descartada na última quinta-feira. De acordo com o autor do crime, ele matou a mulher em legítima defesa. 

Na entrevista coletiva dada nesta terça-feira, ele afirmou sem o menor constrangimento, que desenterrou a ossada da mulher e a descartou, porque queria cultivar uma 'hortinha' no quintal e os ossos estavam atrapalhando a plantar umas 'coisinhas'. 

Ainda de acordo com assassino, ele apenas de defendeu, já que a mulher estava de brincadeira com uma faca na mão. "Ou ela me matava ou eu a ela.

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Peguei a faca e meti no coração”, afirmou.

Como a polícia ligou a ossada ao homem?

A Polícia Militar tomou conhecimento da ossada, depois que uma mulher que transitava pela via onde os ossos foram deixados, tropeçou no crânio. Para descobrir a pessoa que abandonou a ossada, foram usadas as imagens das câmeras de segurança da região. Foi assim que a polícia chegou até Jacinto, autor do crime.

Jacinto afirmou que matou a mulher porque ela era muito violenta, segundo a polícia em 2015 o homem registrou queixas de agressão pelo menos três vezes. #Investigação Criminal #Casos de polícia