Nesta segunda-feira, 29, quem estava no Fórum Trabalhista Ruy Barbosa, na Barra Funda, na Zona Oeste de São Paulo, assustou-se com um forte estrondo. O barulho era decorrente de um suicídio e assassinato consecutivo. Um homem que carrega uma criança de três anos, supostamente sua filha, pulou do décimo sétimo andar do prédio da unidade. De acordo com informações do site da 'Veja São Paulo', ambos morreram no local. As testemunhas disseram à revista que a garota seria filha do suicida, mas até o momento, o nome de nenhum dos dois foi revelado.

O caso aconteceu no mesmo dia em que um pai esfaqueou a esposa e se jogou do 18º andar de um prédio na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. No momento em que se jogou, ele carregava os dois filhos, um de 7 e o outro de 10 anos.

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As quatro pessoas da mesma família morreram. O homem deixou uma carta explicando que o que o levou a fazer isso foi o desespero por estar vivendo uma situação financeira muito ruim. O assassino da própria família diz que não teria nem mais como arcar com o plano de saúde da esposa e dos herdeiros e que era necessário acabar com o sofrimento. 

Caso em São Paulo

Por conta da queda no fórum, o Tribunal Regional do Trabalhou ordenou que o prédio fosse completamente esvaziado. Como mostra a foto, dezenas de pessoas fizeram um cerco em torno dos prédios. O suicídio ocorreu às 11 da manhã no horário de Brasília. O caso está sendo investigado pela delegacia de Perdizes. O homem estava no local, segundo uma advogada entrevistada pela Veja, para participar de uma audiência. Antes de se jogar, o homem tentou o suicídio por três vezes.

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Pessoas que estavam em volta tentaram segurá-lo. 

Crise e a falta de segurança

No entanto, o suicida aproveitou a distração de quem estava perto e pulou. A advogada diz que, infelizmente, esse tipo de coisa acontece frequentemente no local. Antigamente, tinham guardas em cada um dos andares, que tem corredores abertos para um vão livre. Para conter gastos, no entanto, esse número acabou sendo reduzido.  #Crime #Investigação Criminal