Morreu neste sábado, 06, no estado do Rio de janeiro, o considerado maior cirurgião plástico da história do Brasil, o médico Ivo Pitanguy. Ele tinha 90 anos de idade. A informação foi confirmada por volta das 20h30 no horário de Brasília pelo portal de notícias G1. As primeiras informações dão conta que o profissional da saúde teve uma parada cardíaca em casa. De acordo com a assessoria de comunicação de Ivo, o funeral do cirurgião será realizado neste domingo, 07. O enterro acontecerá em um dos maiores cemitérios do estado, o Memorial do Carmo. 

O médico morreu horas depois de ter a emoção de carregar a tocha olímpica no Rio de Janeiro.

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Na sexta-feira, 05, usando uma cadeira de rodas e careca, ele precisou de ajuda para levar o acessório olímpico. Ninguém sabia, mas aquela seria a última honraria do homem que fez milagres na beleza de muitas pessoas. Pitanguy sempre foi figura carimbada em diversos programas de televisão, tendo feito muitos procedimentos estéticos em celebridades brasileiras e até do exterior. 

No entanto, ele lutava com uma forte infecção desde junho deste ano. Mesmo debilitado, ele aceitou participar do percurso da tocha. Ele foi muito ovacionado pelos cariocas e pela Força Nacional de segurança, fazendo um ato simbólico ao lutar contra a doença. Assim como Zagallo, o médico foi de cadeira de rodas para entrar na história, preferindo não fazer o ato de Pelé, que se negou a acender a pira olímpica no maior estádio do Brasil, o Maracanã.

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Morte e carreira internacional

Segundo o portal de notícias G1, desde setembro do ano passado Pitanguy começou a apresentar problemas renais. Ele estava passando por muitas sessões de hemodiálise. Ainda não se sabe mais detalhes sobre como foi a morte do médico e quem o encontrou falecido. Nascido na cidade de Belo Horizonte, em Minas Gerais, Pitanguy elevou o status do Brasil em todo o mundo, dando cursos de estética para estrangeiros. Ele também era um ótimo escritor e foi condecorado a entrar na Academia Brasileira de Letras.  #Rio2016