No decorrer dessa semana, o nome de uma jornalista de vinte e dois anos repercutiu na imprensa após ter acusado o deputado federal #Marco Feliciano de estupro e agressão. No dia seguinte, ela gravou um vídeo desmentindo os fatos e em menos de 24h depois divulgou um novo vídeo para reforçar o primeiro.

Na sexta-feira, 5, um jornal divulgou imagens dessa moça em uma delegacia, onde registrou um boletim de ocorrência contra um assessor do deputado, acusando-o de obrigá-la a fazer os vídeos em que desmente os supostos crimes.

Na tarde desse sábado, o deputado Marco Feliciano divulgou um vídeo em que, visivelmente emocionado, afirma que é inocente, diz que perdoa Patrícia pela confusão que ela gerou na vida de sua família e declara que se colocou à disposição da polícia para colaborar com as provas que mostram a sua inocência.

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Pouco depois, um site gospel que frequentemente divulga notícias sobre Marco, que também é pastor, escritor e cantor gospel, publicou prints de telas de celular onde são mostradas conversas entre Patrícia e o deputado. Para não deixar dúvidas sobre as mensagens, foram divulgados prints de fotos enviadas pela moça, sendo que em algumas ela aparece nua, tampando o seio com a mão, bem como usando roupa intima.

Logo que mandou as primeiras fotos, o deputado a advertiu e pediu para que não mandasse mais, pois não estava gostando do rumo que a conversa estava tomando. Algumas mensagens depois, o deputado comenta a sua indignação ao saber de algumas mentiras que Patrícia tinha contado para um rapaz do PSC, do qual ela estaria interessada afetivamente.

Dentre as acusações, está o fato de Patrícia ter enviado um e-mail falso para o rapaz, chamado Tiago, como se fosse o pastor Silas Malafaia, onde pedia que ele começasse a namorar com ela.

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Feliciano avisa que não quer mais contato com a jornalista e a partir dali não responde mais as mensagens, conforme mostrado nos prints.

Depois de um tempo de silêncio, além de hostilizar o parlamentar e outras pessoas ligadas ao PSC, ela o ameaça dizendo que poderia procurar dois políticos da oposição para falar ‘sobre isso’ e que arranjaria outra forma de chamar a atenção dele.

Como os prints possuem fotografias, fica mais fácil para o deputado comprovar sua inocência, de forma que mesmo que Marco não tenha interesse em processá-la, o próprio Ministério Público pode abrir uma ação por falsa comunicação de #Crime.

#Patrícia Lélis