Enquanto muitas mulheres sonham em se tornarem mães e não conseguem, outras arriscam a própria vida para interromper uma gravidez indesejada e agem imprudentemente, procurando clínicas clandestinas para fazer o serviço. Uma mulher, com a idade de 28 anos, morreu ao procurar uma dessas clínicas clandestinas para abortar o seu bebê, no Rio de Janeiro.

Caroline de Souza Carneiro que estava grávida de 5 meses, mas a família não tinha o conhecimento, foi encontrada morta na sexta-feira (19), após realizar um #aborto em uma clínica ilegal na Rua Joaquim Ottoni, no bairro Senhor do Bonfim, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. 

A jovem morava com os familiares em Paraíba do Sul, no Rio de Janeiro, e trabalhava em uma clínica de estética e saiu de casa na madrugada de sexta-feira, em direção à clínica para fazer a cirurgia e tirar a criança, somente o namorado sabia da intenção da moça, pois haviam combinado juntos.

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O namorado da vítima contou à polícia que a jovem desembarcou na rodoviária do Rio, por volta das 07 horas da manhã e o avisou que ela ficaria em uma casa de repouso na Rua Ana Nery, no bairro de Benfica. O rapaz avisou a família da jovem e um primo da mesma se deslocou para o endereço passado para procurá-la.

O primo da jovem encontrou, no local indicado, pessoas que faziam parte da clinica de aborto. O local onde eram realizados os procedimentos ficava a aproximadamente um quilômetro do local onde o corpo dela estava. 

O corpo de Caroline foi localizado com um corte na barriga e segunda a polícia ela morreu devido a cirurgia para abortar. Ao fazer averiguação nos locais, a Polícia Civil descobriu que o proprietário do local era um homem que esteve preso no ano de 2013, exatamente pelo crime de aborto, mas que foi solto tempo depois.

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De acordo com Wellington Vieira, delegado da 21ª Delegacia de Polícia, os acusados e integrantes da quadrilha responderão por homicídio, ocultação de cadáver e formação de quadrilha. O corpo da moça foi enterrado na segunda-feira na cidade de Paraíba do Sul onde morava.  #clinica clandestina #Morte