A mulher do policial militar, que há duas semanas está desaparecido, foi presa pela Polícia Civil em Curitiba, sendo a principal suspeita. Os primeiros resultados das investigações já feitas até o momento dão conta de que ela possa ter feito algo contra o marido que desde o dia 28 de julho não é mais visto. No dia 9 de agosto, uma terça-feira, a Polícia Civil esteve na residência do casal para realizar algumas investigações e tentar encontra alguma pista que pudesse levar até o policial, mas para surpresa dos agentes, na casa foram encontrado diversos vestígios de sangue. Pouco depois, ao realizar uma investigação também no automóvel, novos vestígios de sangue foram encontrados.

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Foi utilizando uma substância química chamada "luminol" que os investigadores conseguiram detectar sangue tanto no quarto como também no banheiro da residência que fica em um conjunto de apartamentos. O local estava muito limpo e a olho nu não seria possível detectar nada, mas graças ao "luminol" foi possível encontrar provas determinantes para a solução deste caso.

Outra prova encontrada pelos investigadores foi um serrote que pode ter sido utilizado para picar o PM e retirá-lo em pedaços do local, já que haviam vestígios de sangue também no objeto, mas isto são suposições que poderão ou não ser confirmadas após o avanço das investigações.

Ellen Federizzi foi preza no dia seguinte, mas ainda não prestou depoimento, o que deverá ser feito em breve, pois acredita-se que assim conseguirá solucionar o caso.

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o casal mora no bairro Tatuquara, em Curitiba e é a principal suspeita no caso, mesmo sendo ela que registrou o Boletim de Ocorrência. Ao procurar ajuda da polícia, a mulher disse que o marido saiu para resolver alguns problemas e não voltou mais.

A Polícia Civil não tem nem ideia se o soldado Rodrigo está vivo ou se já teria sido assassinado, mas ele ainda segue como sendo "pessoa desaparecida" e a polícia pede que qualquer informação que leve até ele seja passada para a Divisão de Homicídios e Proteção a Pessoa, através do telefone (41) 3360-1400. #Crime #Violência #Casos de polícia