A estudante de jornalismo, #Patrícia Lélis, ainda continua a ser um dos assuntos mais falados do país. A jovem, supostamente de direita, cristã e que já havia realizado trabalhos fotográficos, saiu do anonimato para protagonizar uma grande polêmica.

Após ter o seu nome envolvido na polêmica iniciada por Patrícia, a psicóloga e palestrante, #Marisa Lobo, decidiu se defender. Marisa emitiu uma longa nota de esclarecimento, onde explica a verdade, expondo como foi o seu contato com a jovem no período de seis dias. Marisa ressalta que está à disposição da justiça, Câmara, Senado, delegacia e onde mais for preciso, para contar exatamente o que aconteceu, durante os dias que manteve contato com a moça.

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Contradições de Patrícia

Assim como apresentado em prints anteriores, já divulgados, e que Patrícia nega que sejam reais, a psicóloga conta que a estudante demonstrou estar obcecada em punir o deputado #Marco Feliciano. A jovem teria contado a história de que foi abusada pelo parlamentar e estava resistente em procurar a polícia, pois temia a repercussão que o caso teria, expondo-a em todo o país.

Além de citar a história do possível relacionamento que queria ter com um filiado ao PSC, chamado Thiago, e que fora citado nos prints divulgados na semana passada, a jovem expõe fatos de foro íntimo de terceiros, tentando de todas as maneiras buscar provas que possam incriminar o deputado acusado por ela. Segundo nota apresentada pela psicóloga, Lélis estava oscilando entre buscar amparo da justiça e procurar 'ajuda' dos partidos de esquerda PT, PSOL e PCdoB.

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Nos dias em que Marisa Lobo manteve contato com a estudante, houve interesse da jovem em falar com o presidente do Partido Social Cristão, Pastor Everaldo, mas o encontro não aconteceu. Dentre todas as acusações e até confirmações de notícias que já circulam na mídia nacional, a psicóloga sentiu-se usada pela jovem, que parecia estar tentando manipula-la.

No dia 22 de junho, Patrícia teria 'tomado uma decisão': enviou mensagens à psicóloga e avisou que iria denunciar o caso em uma delegacia e nos partidos de esquerda, que, segundo palavras da própria Patrícia Lélis, iam adorar saber do caso. Por fim, a jovem mandou outra mensagem no mesmo dia dizendo que ao sair da delegacia, iria direto 'para dentro do PT'.

Para comprovar a veracidade dos fatos apresentados, Marisa apresentou alguns prints de conversas que teve com Patrícia através do aplicativo WhatsApp. Tais prints foram registrados em ata notarial pela própria psicóloga e divulgados em primeira mão, pelo Gospel Mais. Veja-os abaixo: