Nesta segunda-feira, 29, a notícia de um #Crime bárbaro chocou o Rio de Janeiro e o Brasil. Um homem, identificado com Nabor Coutinho Oliveira Junior, de 43 anos, é o principal suspeito de ter assassinado a facadas a esposa, Lais Khouri, 48 anos, e a marretadas os próprios filhos, Arthur, 7 anos, e Henrique, 10 anos. Depois disso, ele fez um buraco em uma rede de proteção no apartamento onde a família morava, localizado no décimo oitavo andar de um condomínio da Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Em seguida, Nabor pegou o corpo de cada um dos filhos e pulou pela janela. A altura da queda é de mais de 50 metros. Os três caíram próximo à uma piscina do condomínio. 

O pai da família deixou uma carta antes de supostamente cometer o suicídio.

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Ele fala das mudanças profissionais e da crise econômica que passa o país. Nabor diz que as coisas estão ficando muito difíceis para ele e que não conseguiria pagar o tratamento médico da família, pois a nova operadora cobraria caro demais. Não está claro ainda se os filhos ou a mulher de Nabor teriam alguma doença grave. Na carta, ele fala em acabar com o sofrimento de todos. Uma perícia ainda será feita no texto com o objetivo de ter certeza se foi ele mesmo quem realizou a ação e quais motivos teriam levado à uma ação tão grave. 

Nas redes sociais, o público mostrou revolta, a maioria justificou que a ação do homem não poderia ser mediada sob qualquer argumento, dizendo que todos os brasileiros passaram por crises parecidas. Houve até mesmo quem culpasse a presidente afastada Dilma Rousseff, do Partido dos Trabalhadores (PT), que nesta mesma segunda, distante do Rio de Janeiro, em Brasília, fazia sua defesa durante o julgamento do processo de impeachment.

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"O que acontece no país é culpa da Dilma. Ele não está certo no que fez, mas fica claro que está desesperado", disse um internauta ao comentar o caso.

Houve também quem culpasse o capitalismo, já que a família aparentemente teria conquistado um padrão de vida alto e não queria mais sair dele.  #Investigação Criminal