Patrícia Lélis estava sendo mantida em cárcere privado desde segunda-feira, no hotel San Raphael, na Consolação, em São Paulo. Ela conseguiu escapar e sua mãe foi até o 4º DP, no início desta tarde, fazer a denúncia ao delegado Roberto Pacheco. A partir daí, foi emitido um mandado de prisão contra Bauer, que é investigador de polícia aposentado e chefe de gabinete do deputado federal Pr. Marco Feliciano. 

Talma Bauer foi preso em flagrante, no centro de São Paulo, acusado de cárcere privado e por ter forçado Patrícia Lelis a gravar vídeos a favor de Feliciano, desmentindo a denúncia de abusos sexuais. De acordo com a polícia, Patrícia irá registrar um boletim de ocorrência contra o deputado Marco Feliciano, com queixas de agressão e abuso sexual.

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As informações são do site UOL Notícias, que noticiou, nesta terça-feira, a denúncia feita pela vítima, juntamente com um áudio, relatando o que ocorreu.

Era, no mínimo, muito estranho uma pessoa fazer uma acusação e voltar atrás, principalmente em se tratando de uma acusação a uma figura tão importante, não só na política, como no meio #Gospel, como Marco Feliciano. Agora, espera-se que se façam investigações para que a polícia tome as devidas providências contra os acusados, para que eles sejam punidos de forma efetiva.

Acredita-se que é uma boa hora para verificar o que os representantes da bancada evangélica estão fazendo, pois há divergências de opiniões com outros partidos. Agora a reputação do representante de Jesus na Terra, Marco Feliciano, deve ser analisada com cuidado. É comum as pessoas acreditarem que pessoas religiosas possam fazem apenas o bem para a comunidade, mas não é isso que os fatos estão nos mostrando.

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Não podemos generalizar, mas também não podemos ignorar a quantidade de crimes que ocorrem entre os religiosos, que se escondem atrás de uma reputação, possivelmente imaculada, santa e pura, de líderes religiosos, que se aproveitam de sua posição social para fazer o que quiser sem se preocupar com as consequências, acreditando que nunca serão punidos, por terem suposta credibilidade inabalável. #Religião #Casos de polícia