O Brasil viveu um momento histórico nesta quarta-feira, 31, isso é inegável. Dilma Rousseff foi deposta pelo Senado Federal com 61 votos contrários à ela e deixou de ser presidente. A votação foi acompanhada em todo o Brasil pela televisão. Os manifestantes contrários e a favor da petista praticamente não foram às ruas. Alguns poucos pontos foram escolhidos por ambos para protestar ou simplesmente comemorar. De acordo com informações do site 'O Diário do Poder', os jornalistas que estavam em frente ao Palácio do Alvorada aguardando o fim da votação do processo de #Impeachment no Senado acabam sofrendo um ataque físico de manifestantes que apoiavam a companheira política do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. 

Cerca de 250 pessoas participavam do ato, número absolutamente menor do que em outras oportunidades, quando o #PT chegou a levar dezenas de milhares de pessoas às ruas para defender suas teses.

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Os militantes acompanharam o adeus de Dilma da presidência através de um telão. Ela ainda continua com os direitos políticos e pode até vir como candidata em 2018, o que revoltou alguns congressistas, como é o caso de Ronaldo Caiado, do Democratas. 

"Joga pedra na Geni"

Irritados com a derrota, os manifestantes partiram para cima e se exaltaram de forma grave. Entre gritos agudos de "golpistas" e "impeachment sem crime é golpe", os derrotados jogaram até pedras nos profissionais da mídia. Muitos tiveram que ficar bem longe dos militantes para evitar qualquer protesto novo. A dificuldade de proteção dos repórteres chamou a atenção da própria mídia, que decidiu dar com destaque o ataque, assim como o registro fotográfico da manifestação. Pouco depois, chegaram parlamentares e políticos aliados de Dilma para acompanhar o pronunciamento oficial da ex-presidente direto do Palácio da Alvorada.

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Ela disse praticamente um comunicado em guerra a Temer. 

No discurso, a petista disse que Temer terá a mais dura oposição que um governo "golpista" poderia ter e que não se abateria com o processo de deposição; #Dilma Rousseff