A Polícia Civil de Brasília decidiu cruzar os braços nesta quinta-feira, 04, um dia antes dos jogos olímpicos começarem. A cidade também tem eventos esportivos e no dia em que a greve foi deflagrada recebe o jogo da seleção brasileira masculina de futebol. De acordo com informações do site da ESPN, os agentes querem um aumento de 37% em seus salários. Como medida emergencial, policiais militares foram chamados às pressas para fazer o trabalho da civil junto às delegações de atletas. A paralisação vai ser de quarenta e oito horas. De acordo com a Confederação Brasileira de Futebol, a CBF, a seleção do Brasil não foi afetada pela greve. 

Apesar da greve, a Justiça disse que a paralisação é ilegal.

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Com isso, por cada dia que ficam parados, os policiais através de seus sindicatos precisam pagar cerca de R$ 200 mil. A decisão foi dada em caráter liminar pelo desembargador Sebastião Coelho, que argumenta que a segurança é justamente um dos pontos mais sensíveis da Olimpída. Estão previsto protestos para acontecerem ao redor do estádio. Nesta sexta-feira, 05, a abertura oficial da Olimpíada acontece no estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro. Por lá, também são prevista manifestações. Dessa vez, contra o presidente em exercício Michel Temer, do PMDB. O governo trabalha com o número de 15 mil manifestantes. 

Com isso, a Polícia Militar agora é a responsável, por exemplo, por fazer a segurança de nomes como o do jogador Neymar, além de outras pessoas. A ESPN diz que a seleção se recusou a se hospedar no local oferecido pelo Comitê Olímpico Internacional e que preferiu ficar em um hotel localizado no norte da cidade.

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A equipe é chefiada pelo novado (como técnico principal) Rogério Micale. O jogo do Brasil será realizado às 16h no horário de Brasilia. Neymar enfrenta a África do Sul no estádio Mané Garrincha e terá como principal objetivo conseguir a primeira medalha de ouro em uma Olimpíada, o que poderia ajudar a amenizar o vexame da Copa do Mundo de 2014, quando o Brasil perder de 7 a 1 para a Alemanha.   #Manifestação #Casos de polícia