O crime que culminou com a morte do psiquiatra Adilson Bechara, de 65 anos, aconteceu no domingo (14), na Região dos Lagos no Rio de Janeiro. O principal suspeito segundo as investigações da 126ª Delegacia de Polícia de Cabo Frio era um adolescente de 15 anos que vinha sendo procurado desde o ocorrido. Finalmente, na última sexta-feira (20) ele se entregou à polícia acompanhado de seu advogado. Os policiais ouviram o menor que confessou ter sido responsável pelo assassinato.

Segundo o delegado Carlos Alberto Filho que comanda as investigações do caso, no dia do #Crime Adilson estava dentro de seu veículo, parado em um estacionamento perto da Praia do Forte por volta de três horas da manhã.

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Nesse horário ele teria sido abordado pelo jovem que exigiu dinheiro e ameaçou matá-lo. O médico não atendeu às exigências do adolescente e foi agredido brutalmente com inúmeras facadas no hemitórax esquerdo.

O psiquiatra foi socorrido por transeuntes do local que o levaram para o hospital local, contudo ele não resistiu aos ferimentos e veio a óbito. Segundo a polícia, o jovem estava acompanhado de uma transexual, conhecida como Hyara Safadex de aproximadamente 20 anos que pode ter sido corresponsável pelo crime. Ela ainda não foi localizada e deverá ser ouvida pela polícia para a confirmação dos fatos narrados pelo adolescente.

O jovem será indiciado por roubo seguido de morte. Ele teria sido identificado como o autor do crime através das câmaras de segurança da orla da praia. O menino de apenas 15 anos teve o pedido de busca e apreensão autorizado, porém ele não havida sido localizado até o momento que se entregou.

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Ele está sob custódia da polícia e disposição da justiça até que o processo de investigação termine. O médico psiquiatra era muito querido pelos pacientes e na região onde morava. Amigos e familiares estão consternados e lamentaram a morte de Adilson através de mensagens publicadas nas redes sociais. Disseram que o psiquiatra foi vítima da falta de compaixão e humanidade, que estão com os corações em pedaços pela perda. #Investigação Criminal