O caso da mãe que teve o bebê arrancado de sua barriga começa a ser esclarecido. A motivação do #Crime chocou o Brasil e causou espanto em todo o país, principalmente, na população de Uberlândia, cidade natal da jovem Greiciara, e da população de Ituiutaba, onde o corpo da mesma foi localizado.

Após ser encontrado o corpo da jovem em uma represa de Ituiutaba, a polícia de Minas Gerais começou uma intensa investigação em busca do esclarecimento do caso. O trabalho da polícia teve êxito, sendo o bebê felizmente localizado vivo em uma casa na cidade de Uberlândia-MG.

Entenda a motivação do crime

Os suspeitos são a travesti Lucas Mateus Silva, popularmente conhecida como Mirella Rapunzel, e uma mulher chamada Shirley de Oliveira Benfica. Eles armaram uma emboscada para atrair a jovem, com a justificativa de que iriam doar peças para o enxoval da criança - isso explica o fato de Greiciara ter sido asfixiada com roupinhas de bebê. Shirley confessou o crime, e informou à polícia que encomendou a criança porque teria perdido o bebê em sua gestação, porém a investigação levantou que a mesma tinha um relacionamento com um homem muito rico da cidade de Araguari e resolveu forjar uma gravidez a fim de manter o namoro.

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Como a gravidez era uma farsa, Shirley comentou com a travesti que precisava encontrar uma recém-nascida do sexo feminino e, assim, Mirella lembrou da amiga Greiciara que estava grávida de 8 meses. As duas fizeram uma emboscada para atrair a jovem, dando para a mesma roupas novas para a bebê e a convidando para uma festa. No caminho, ainda no carro, ela foi sedada e enforcada com as roupinhas da bebê. Ainda não foi confirmado como fizeram o procedimento para retirada do bebê, mas no carro, além da vitima e de Mirella, estavam outras cinco pessoas, incluindo uma enfermeira. Todos receberiam um valor pela participação no crime.

Esse crime evidência o perigo de aceitar ajuda de estranhos e até mesmo de pessoas conhecidas, que muitas vezes aproveitam da carência de uma vítima e a ludibria com promessas de presentes e cometem atrocidades.

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A criança, uma menina, provavelmente ficará com a avó materna, que já está tomando as medidas necessárias. #Maternidade #Casos de polícia