O serial killer Tiago Henrique Gomes da Rocha, de 28 anos, teve sua condenação declarada nesta quinta-feira (25), o vigilante foi condenado a 26 anos de detenção pelo assassinato de Beatriz Cristina de oliveira, a jovem tinha 23 anos e era de Goiânia. O júri popular entendeu que o jovem consumou o #Crime de homicídio qualificado por motivo torpe não dando à vítima a possibilidade de se defender. A defesa informou que recorrerá da decisão, já a acusação declara que a defesa não deve recorrer da condenação.

Tiago Henrique foi condenado pela 13ª vez por homicídio e responde a mais de 30 assassinatos. O mesmo está detido em Aparecida de Goiânia desde outubro de 2014 e, também tem outras condenações por porte ilegal de arma e roubo. 

Ocorrido no 1º Tribunal do Júri, o julgamento foi presidido pelo juiz Eduardo Pio Mascarenhas, no qual o júri foi formado por cinco mulheres e dois homens.

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Segundo a denúncia elaborada pelo Ministério Público do Estado de Goiás (MP-GO), Tiago estava pilotando uma motocicleta quando atirou em Beatriz a atingindo no tórax que a levou a morte ainda no local. O assassinato da jovem ocorreu no dia 19 de janeiro de 2014.

A dona de casa Lorena Eterna, de 29 anos, irmã da vítima lamentou o crime antes do julgamento dizendo que todos sabem que o assassino pode pegar penas acima de 300 anos, porém só ficará em reclusão por até 30 anos, e assim que tiver a liberdade concedida continuará a matar. Ela também informou que Tiago disse que tem a intenção de servir ao senhor e que na opinião dela todos tem o direito de mudar, porém não acredita que seja o caso dele.

Lorena ainda disse que o assassinato de sua irmã destruiu toda sua família pois Beatriz era quem cuidava dos avós e, após sua morte, seus avós entraram em depressão, e que foi esse o fator determinante para que os mesmos viessem a falecer, a avó no ano passado e o avô em março desse ano.

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“Ele é um monstro, não é um ser humano”, lamentou.

Lorena parabenizou e agradeceu a atuação do promotor de Justiça Mauricio de Camargo, e disse estar mais aliviada e que está consciente que a justiça foi feita. #Brasil #Casos de polícia