A #Polícia Federal e a Agência Brasileira de Inteligência estão à procura de um iraniano suspeito de estar planejando um ataque terrorista ao Brasil. O homem, identificado como Pouria Paykani, estava sendo monitorado pelos órgãos de segurança desde o dia 15 de julho. A PF e a Abin, entretanto, perderam seu paradeiro. As entidades emitiram um alerta às companhias aéreas, Infraero e órgãos responsáveis pela segurança dos jogos olímpicos (incluindo as Secretarias de Segurança Pública de todos os estados brasileiros) para que, caso identifiquem Pouria Paykani, entrem em contato imediatamente com as forças policiais. O Ministério Público Federal solicitou à justiça brasileira a imediata prisão e deportação do iraniano, por estar em situação irregular em território nacional.

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O MP, entretanto, não explicou de que forma se dá esta irregularidade. O pedido já foi acatado pela justiça federal.

As suspeitas sobre  Pouria Paykani se intensificaram em junho quando o suposto terrorista foi visto fotografando o saguão de embarque do aeroporto de Guarulhos, em São Paulo. Ele fez estas fotos em pelo menos três ocasiões diferentes, o que levou policiais federais a interpelarem o rapaz. Pouria chegou a ser preso por desacato à autoridade, mas foi solto logo depois. Ele entrou no Brasil utilizando um passaporte iraniano através da fronteira com o Uruguai. As informações são dos jornais Folha de São Paulo e Zero Hora.

A última vez que o suspeito foi visto foi em outro aeroporto, o Salgado Filho, em Porto Alegre, no dia 20 de julho, mesma data em que foi emitida sua ordem de prisão e deportação.

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Até o momento a Polícia Federal não sabe ao certo se Pouria saiu do Brasil ou se continua por aqui. A entidade também não especificou que tipo de ataque estava sendo planejado pelo estrangeiro.

Segurança reforçada nos aeroportos

Por coincidência os aeroportos brasileiros reforçaram suas seguranças nesta segunda-feira, 1º. Um novo sistema de reconhecimento facial foi implementado em 13 aeroportos do país. As câmeras identificam em poucos segundos suspeitos de crimes que tentarem entrar no Brasil via aeroportos. O sistema faz a comparação da imagem captadas pelas suas câmeras, em tempo real, com fotos dos bancos de dados da Polícia Federal, Agência Brasileira de Inteligência e órgãos de segurança internacionais como o FBI.  #Ataque Terrorista