No sábado, 13, foi divulgado, através do Gospel Mais, prints exclusivos que mostram que Patrícia Lélis tentou se encontrar com o presidente do PSC, Pastor Everaldo, mas não obteve êxito.

O outro lado da história contada por Lélis

Patrícia começou sua tentativa de encontrar Everaldo, aproximando-se da psicóloga e palestrante, Marisa Lobo, no dia 18 de junho, três dias após o suposto abuso praticado pelo deputado federal, #Marco Feliciano. Entretanto, Patrícia, naquele primeiro momento, não queria falar do que supostamente tinha lhe acontecido.

A moça demonstrou admiração pela psicóloga e em um segundo momento, disse que queria contato com um ‘líder evangélico’, pois estava passando por situações ‘horríveis’ dentro do PSC, partido que ela dizia fazer parte, entretanto, em nota oficial, a sigla a desmentiu no dia 9 de agosto.

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Depois, a moça contou sobre o suposto abuso, revelando em um segundo contato, que o autor era o parlamentar. A psicóloga orientou que a jovem fosse até uma delegacia, mas houve resistência. Patrícia queria falar com o presidente do partido, Pastor Everaldo, sobre o suposto crime, evitando a polícia. Mesmo com a ajuda de Marisa, Patrícia não conseguiu conversar com Everaldo durante o período em que manteve contato com a psicóloga. Ainda assim, durante a conversa, Lélis afirmava que ele sabia de tudo, mas em outro momento perguntou para Marisa se Everaldo tinha conhecimento do ocorrido.

A jovem teria dito, mais de uma vez, que haviam partidos de esquerda que iriam adorar saber do ocorrido. A psicóloga estranhou o comportamento da moça, que também se recusou em mostrar um suposto boletim de ocorrência e uma gravação que ela teria feito de Talma Bouer.

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Após sentir-se usada e quase refém da situação apresentada diariamente por mensagens pela estudante, Marisa encerrou contato com Patrícia no dia 24 de junho.

Como a jovem começou a usar o nome da psicóloga em suas versões e declarações do suposto crime sofrido, Marisa decidiu vir a público e apresentar uma nota de esclarecimento, onde além de contar como foram os contatos que teve com #Patrícia Lélis, também se colocou à disposição de autoridades judiciais, policiais e políticas para explicar os fatos, quantas vezes for necessário. Além disso, disponibilizou alguns prints que mostram suas conversas com Patrícia através do WhatsApp. Os nomes de terceiros citados na conversa foram ocultados.

Veja os prints:

#Casos de polícia