Temer venceu apenas uma das muitas batalhas que ele tem pela frente e um dos problemas que poderá trazer grande transtorno para os brasileiros em breve é a greve dos bancários que poderá ter início no próximo dia 6 de setembro. Os bancários estão fazendo algumas reuniões, como a que aconteceu nesta quinta-feira (01), no Ginásio de Esportes do Sindicato da Bahia, onde foi discutida a proposta apresentada pela Fenaban - Federação Nacional dos Bancos.

O que a Fenaban oferece está longe do que os profissionais pedem e agora eles vão decidir em dar início à greve ou aceitar a proposta que tiveram, mesmo não ficando nem próximo do que eles queriam.

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O que os bancários querem é um reajuste salarial de 14,78%, sendo que a Fenaban oferece somente 6,5% e o abono de R$ 3 mil. Os trabalhadores ainda querem mais e reivindicam a contratação de novos funcionários para reduzir as filas nas agências bancárias, pedem maior investimento em segurança para que possam trabalhar com maior tranquilidade.

Os bancários ainda querem participação nos lucros, piso salarial de pelo menos R$ 3.940,24 além de vale-alimentação, vale-refeição, auxílio creche ou babá, décima terceira cesta, pedem para que as demissões parem imediatamente e ainda, que as terceirizações sejam combatidas.

No dia 9 de agosto, os bancários formalizaram a entrega das reivindicações, mas até o momento não tiveram uma proposta satisfatória, pois mesmo sabendo que dificilmente conseguirão ter todas as exigências atendidas, pretendem ao menos chegar o mais próximo possível de terem 100% do que desejam.

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A data-base da classe foi no dia 1º de setembro. A Convenção Coletiva de Trabalho é para todo o território nacional, hoje o Brasil já conta com cerca de 512 mil bancários.

Sobre a proposta da Fenaban, de dar um reajuste de apenas 6,5% além do abono, o Comando Nacional dos Bancários informou que não há como aceitar, pois significaria uma perda de quase 3%, já que a inflação é de 9,57%.

Se a #Greve bancária realmente tiver início no dia 6 de setembro, é mais um problema para os brasileiros, já que será a nível nacional e como sempre, causa grande transtorno para as pessoas físicas e também jurídicas. #Crise econômica #Protestos no Brasil