João e Lidia Ribeiro são os mais novos criadores de produtos que alimentam o #Mercado gospel no Brasil. Eles abriram um sex shop voltado para o público evangélico, e faturam mais de R$1 milhão por ano, atendendo ao público religioso há pouco mais de três anos.

O casal conta que não fica só na loja, eles vendem os produtos porta a porta e também promovem alguns encontros de casais.

Na época em que abriram o sex shop gospel, enfrentaram criticas e foram vitimas de preconceito de alguns religiosos mais conservadores, no entanto, a visão empreendedora os levou a insistir no negócio que hoje é um verdadeiro sucesso.

O casal voltou a surpreender o mercado evangélico, depois de anunciar o lançamento de um romance erótico, um livro que conta histórias sensuais e picantes.

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No entanto, a polêmica desse romance, gira em torno de um personagem gay, presente na história.

Líderes religiosos perguntam se o casal não estaria indo longe demais com esse tipo de produto, e defendem que é extremamente arriscado, porque mexem diretamente com a imaginação das pessoas. Isso pode ter um efeito esmagador e, principalmente, abrir precedentes para pornografia.

Quanto a isso, o casal afirma que, tanto na loja, quanto no livro, não existe pornografia. Eles se dizem cuidadosos com esse quesito, e, por isso, não vendem vídeos ou revistas pornográficas, e que seus produtos são de uso a dois, para não fomentar a masturbação.

Filme pornô gospel

Recentemente, uma notícia se tornou viral nas redes sociais e em diversos sites no Brasil. Ela dava conta de que uma produtora estaria se preparando para lançar o primeiro filme pornô gospel, e isso, sem sombra de dúvidas, causou muita revolta nos mais conservadores.

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Tempos depois, foi provado que a notícia era fake, porém, muitas pessoas ficaram curiosas em saber se seria possível. A ideia da produção de filmes com esse tema voltado para o público evangélico, assusta muitas pessoas, no entanto, acredita-se que, em pouco tempo, será impossível evitar que seja feito. O mercado gospel consome bilhões de reais por ano, e é extremamente natural que empresas visem esse mercado e queiram investir nele, principalmente pelo fato dele ser receptivo a novos tendências, mesmo que polêmicas #Economia #Faturamento