A ex-presidente Dilma Rousseff, do Partido dos Trabalhadores (PT), está envolvida em uma grande polêmica a respeito do cachorro de estimação dela, o labrador Nego. A companheira do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva herdou o animal em 2005 no então Ministro José Dirceu. Segundo alguns veículos de comunicação, um assessor da petista, em Brasília, continuará cuidando do animal, que já tem quatorze anos, enquanto a petista volta a morar no Rio Grande do Sul e fica na ponte aérea com o Rio de Janeiro, onde mora sua mãe. No entanto, segundo o blog político 'O Antagonista', o destino da ex-estrela das propagandas de Dilma na televisão deve ser sacrificada.

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O animal seria morto justamente por estar sofrendo. Este recurso é um dos últimos indicados por veterinários. A assessoria de Dilma nega que ela mandou matar o cachorro. 

O que se confirma é que o ex-animal favorito de Rousseff não perderá Brasília como sua casa. Ele não fará companhia à casa antiga da petista, em Porto Alegre. A idade avançada e a saúde frágil teriam impedido isso. Para muita gente, toda a história em torno de 'Nego' é apenas uma jogada de marketing para tirar o foco da própria ex-presidente, que tem se mobilizado com grupos de manifestantes contra o presidente Michel Temer, do PMDB. Nesta quarta-feira, feriado de Sete de Setembro, houve protestos em pelo menos 18 capitais contra o peemedebista. Estes protestos acabaram crescendo depois que Temer e seus Ministros acabaram diminuindo a capacidade das manifestações. 

Em 2010, Nego abriu a campanha presidencial de Dilma.

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Nas imagens, ela aparecia jogando um graveto para o bicho, que saia correndo para pegar o objeto. O objetivo da campanha era suavizar a imagem de Rousseff, vista como muito carrancuda. Na mudança para Porto Alegre, no entanto, a política levará apenas a cadela dachshund Fafá, adotada após ser achada na rua pela petista enquanto ela pedalada nas ruas da capital do Brasil. Um veterinário teria sido consultado antes da petista fazer a mudança.  #PT #Dilma Rousseff #Impeachment