O ex-ministro da Fazenda, Guido Mantega, foi preso na 34ª fase da Operação #Lava Jato. Agentes da #Polícia Federal estiveram na casa de Mantega bem no início da manhã desta quinta-feira (22), mas ele não se encontrava, pois tinha ido para o hospital acompanhar a cirurgia de sua esposa, mas isso não impediu que a Polícia Federal o prendesse. A "Arquivo X", nome dado a essa fase da operação, está com ordens judiciais sendo cumpridas em vários estados, sendo 33 mandados de busca e apreensão, 8 mandados de prisão temporária e tem ainda mais 8 mandados de condução coercitiva.

De acordo com o advogado de Guido Mantega, José Roberto Batochio, seu cliente se encontrava no Hospital Albert Einstein em companhia da esposa e por isso não se encontrava em sua residência no momento em que a Polícia Federal foi até lá.

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O ex-ministro teve sua prisão temporária decretada e a Força Tarefa irá dar uma entrevista coletiva na manhã desta terça-feira (22) em Curitiba para explicar todos os detalhes.

Não encontrando o ex-ministro em sua residência, a Polícia Federal foi até o hospital Albert Einstein e lá encontrou Guido Mantega que teve sua prisão decretada. Nem o fato da esposa de Guido ter passado por uma cirurgia fez com que ele fosse poupado. Os policiais entraram no hospital, efetuaram a prisão e saíram de lá com o ex-ministro da Fazenda de Lula e Dilma. Outros mandados estão sendo cumpridos em várias regiões do Brasil.

Eike Batista está na mira da Polícia Federal, na fase "Arquivo X", entretanto o empresário não teve sua prisão decretada. Várias empresas de Eike estão sendo investigadas, mas ele continua livre, diferente de outros investigados que já estão sendo presos na manhã desta quinta-feira (22).

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O nome de "Arquivo X" para essa fase da "Lava Jato" é porque o empresário Eike Batista tem a repetição da letra "X" na logomarca de seu grupo.

A Polícia Federal está investigando vários contratos que foram feitos com a Petrobras, pois há uma forte suspeita de que houve fraude nas licitações, além da #Corrupção entre agentes público. A PF ainda investiga o possível repasse de recursos a partidos políticos que eram os responsáveis por fazerem indicações de pessoas que viriam a ocupar os cargos mais importantes da companhia.