O momento da despedida de um ente querido, sempre é uma situação muito difícil de ser enfrentada pelos familiares. Uma família de Londrina, estado do Paraná, viveu momentos de angústia e sofrimento depois de receber a notícia do falecimento de um parente.

A #Morte do homem de 68 anos foi recebida pela família com muita tristeza. No entanto, como de praxe, a tramitação para a preparação do velório e sepultamento, transcorreu como o de costume. O corpo foi encaminhado para a funerária Acesf – Administração de Cemitérios e Serviços Funerários de Londrina. O falecimento foi comunicado por volta das 16h20 da quinta-feira (22), pela unidade hospitalar que o homem estava internado.

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Porém, durante a preparação do corpo para o velório, a funcionária percebeu que o homem respirava.

O superintendente da Acesf, Ademir Gervásio, relatou que o hospital ligou comunicando a morte e que uma equipe foi até o local para buscar o cadáver, a declaração de óbito foi preenchida corretamente, os parentes fizeram o reconhecimento e entregaram os documentos necessários para o preparo do velório e sepultamento.

A funcionária responsável pela arrumação do defunto, começou a fazer a barba do homem e neste instante notou que seu abdômen se movimentava indicando sinais vitais. Eles acionaram o SAMU- Serviço de Atendimento Móvel de Urgência, que iniciou alguns procedimentos e constatou que realmente o homem ainda estava vivo, imediatamente a equipe de atendimento o encaminhou para o hospital.

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A unidade onde o paciente foi internado informou nesta sexta-feira (23), que o estado do paciente é grave, encontrando-se na Unidade de Terapia Intensiva. Ele respira com a ajuda de aparelhos e está inconsciente. Os familiares registraram queixa contra a unidade hospitalar na Delegacia de Homicídios.

Procedimento de verificação do óbito

Segundo informações da direção hospital, o óbito somente é declarado depois de esgotadas todas as tentativas de reanimação do paciente. O homem teria dado entrada no hospital com um quadro de pneumonia que acabou evoluindo para uma septicemia. O diretor da unidade, Luiz Koury disse se tratar de uma situação extremamente rara.

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