No último mês de março, o país ficou chocado com um #Crime bárbaro em Brasília, onde um professor de jiu-jitsu estuprou o enteado de apenas 2 anos de idade e, em seguida, matou a criança. Daryell Dickson Menezes Xavier acabou se entregando à polícia alguns dias depois e a mãe do menino usou as redes sociais para desabafar e revelou que ficou de frente com o estuprador que tirou a vida de seu filho.

Gabrielle Estrela, mãe do garotinho, contou que ela entregou não só a sua vida, mas também a de seu filho àquele homem e chegou a acreditar em suas promessas de amor, sem saber que, na verdade, ele é um monstro. Depois de ser preso, o estuprador justificou seu ato alegando que, no momento, em que ele violentou o enteado, estava possuído por um "demônio", mas não teve o perdão da ex, que foi dura com ele: "Eu o repudio!"

Os policiais revelaram, recentemente, que ao ser encaminhado para a cela, Daryell avisou aos demais presos que ele era professor de jiu jitsu e que todos ali eram para ficar distante dele, do contrário, iriam se dar muito mal, só que quem acabou mal no final foi ele mesmo que acabou indo parar na mão de 20 presos que não só o estupraram por diversas vezes, como também fizeram com que ele bebesse urina, comesse fezes e novamente foi violentado, só que de forma selvagem, passando por situações que nem devem ser relatadas aqui.

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O sujeito chegou a ser medicado, mas seu estado de saúde requer cuidados especiais, pois ele agora tem AIDS. A família do professor avisou que processará a Secretaria de Segurança por não ter garantido a segurança do prisioneiro. A mãe do estuprador da criança disse que foi uma maldade o que fizeram com seu filho na prisão.

Agora surgiu a suspeita de que o verdadeiro pai do menino teria contratado uma facção criminosa para dar uma lição no sujeito que tirou a vida de seu filho. A polícia encontrou em um dos celulares encontrados com os prisioneiros uma mensagem bastante suspeita, onde dizia que o valor combinado já tinha sido pago e que agora era para eles fazerem o "estrago".

O pai da criança foi ouvido pelo delegado e acabou sendo liberado, pois não encontraram nada que ligasse ele ao crime na prisão.

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A Secretaria de Segurança apenas informou que sempre acontecem brigas nas prisões e que não é possível garantir 100% de segurança aos prisioneiros. #Estupro #Casos de polícia